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Corinthians, amor e superação: Jô comenta trajetória no clube e desafios da carreira

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Por Meu Timão

Jô é cria do Terrão e está em sua terceira passagem pelo Corinthians

Rodrigo Coca / Agência Corinthians

Perto de completar 500 jogos com a camisa do Corinthians, concedeu entrevista sobre sua trajetória dentro do clube. Cria do Terrão e atualmente na terceira passagem, o camisa 77 falou de sonhos, gratidão, curiosidades, atual momento e relação com a Fiel.

No próximo ano, Jô completará 20 anos de carreira como profissional. Ele iniciou em 2003, quando subiu ao elenco principal do Corinthians, fazendo 15 jogos e um gol. De lá pra cá, foram muitos outros tentos marcados, títulos pelo Timão e outros clubes, e muita história na carreira. Resumindo sua história no futebol, Jô demonstrou muita felicidade.

"Primeiro gratidão por todos que participaram ao longo dessa da minha carreira, que nem você falou, vai fazer, no ano que vem, 20 anos e não é para qualquer jogador que chega a esses números. Então, me sinto muito grato. Sinto que minha carreira até aqui foi muito vitoriosa, alcancei praticamente a maioria dos meus objetivos que eu tracei no começo da minha carreira. Muito feliz, mas ainda tenho algumas lenhas para queimar ainda, me sinto bem, você sabe que é claro que a idade vai chegando, mas conforme a idade vai chegando você vai ter que se cuidando cada vez mais. Eu me sinto sempre preparado para fazer o melhor. Feliz porque são duas décadas de muita alegria, claro, de altos e baixos dentro futebol, o que é natural do próprio ser humano. Mais felicidades eu tive dentro do futebol do que tristezas”, disse o jogador em entrevista divulgada pelo clube no aplicativo Universo SCCP.

Ao tentar definir sua relação com o time do Parque São Jorge, não encontrou palavras. No Corinthians, cabe lembrar, Jô fez 283 jogos, 65 gols, conquistou o Campeonato Brasileiro por duas vezes, em 2005 e 2017, além do Paulistão de 2017. Para o jogador, foi difícil falar dessa história, mas concluiu que o Timão é o clube onde mais foi feliz.

"Essa é uma pergunta que eu me eu faço todo dia, porque eu sempre falo, pelo tamanho da gratidão que eu tenho por esse clube, é inexplicável. É onde eu nasci, cresci, onde me tornei profissional, onde realizei muitos sonhos, conquistei títulos grandes, então estou dentro da história do clube. São muitas emoções, é um misto de muitas coisas, não tem uma palavra só que eu posso colocar. O meu sentimento, claro, o amor que eu tenho pelo clube e a gratidão são duas palavras que nunca vou deixar de falar, mas é uma relação muito bacana. Eu tenho conhecimento desde o porteiro até o presidente, todos me tratam muito bem, eu trato todo mundo muito bem pela relação bacana que eu tenho. Então, esse clube é com certeza o clube onde eu fui mais feliz, onde eu mais estou feliz né, estou aqui ainda. Com conquistas maravilhosas, volta por cima, feitos dentro do futebol que marcaram, então, com certeza o Corinthians é a minha paixão, é minha vida", disse o camisa 77.

Jô estreou pelo Corinthians em uma tarde de abril de 2003, mais precisamente em 16 de julho. No Pacaembu, diante dos olhos de pouco mais de cinco mil torcedores, o jovem garoto de 16 anos entrou no lugar de Abuda, autor do único gol da partida contra o Guarani. Mesmo com tantos anos passados, Jô ainda recorda com detalhes da data.

"Tanto lembro de muitos detalhes, que eu lembro quando eu estava voltando do treino do juvenil, uma quinta-feira à noite, pegando o ônibus eu recebi uma ligação. Eu tinha um celular que era do meu irmão e acabou ficando para mim, e eu lembro que eles me ligaram e falaram que na sexta-feira eu ia treinar com profissional e bem provável que eu já ficaria concentrado para jogar o jogo de sábado, no caso que era contra o Guarani. Lembro muito bem de tudo, aquele momento para mim eu falei com meu pai, que falou assim: 'Você tem certeza? Você não entendeu errado?', então, eu falei: 'Não, entendi certo pai, falou que amanhã tenho que treinar com o profissional e acho que eu vou para o jogo sábado, vou estrear'", iniciou contando.

"Eu era um menino de 16 anos, e eu lembro que quando eu fui concentrar tudo para mim era novidade. Tudo eu perguntava: 'Pode isso? Pode aquilo?'. Eu lembro da Cris, está aqui até hoje, a nutricionista: 'Eu posso comer isso aqui? Isso aqui eu não posso comer?'. Então eu era um menino realizando um sonho. Quando eu entrei na pela primeira vez no Pacaembu, naquele dia ali para mim foi realmente ali a gratidão de falar assim: 'Cara tudo até agora valeu a pena e agora é comigo, daqui para frente para fazer uma carreira belíssima'. Graças a Deus deu tudo certo e hoje eu estou aqui revivendo todo aqueles que momentos maravilhosos e podendo contar desses anos aí, que eu fui, graças a Deus, muito feliz na minha carreira", relembrou.

Desde então, muita coisa mudou para Jô. O centroavante teve que dar a volta por cima em várias situações pessoais, não só no Corinthians. Nessa passagem que se iniciou em 2020, viveu períodos em baixa, mas conseguiu reconquistar a confiança de Vítor Pereira e tem sido um jogador importante, com quatro gols marcados e uma forma física melhor. Ao comentar sobre isso, Jô não poupou elogios ao clube e detalhes do dia a dia.

"Eu na minha carreira - e são quase duas décadas - sempre fui movido por desafios. Eu acho que o ser humano tem que colocar isso como prioridade, você tem que colocar metas e desafios. Minha carreira toda foi assim, eu falo muito de 2017 porque para mim também foi, aqui dentro do clube, um dos pilares para mim e o melhor ano da minha carreira dentro do clube, em termos de números e em termos de títulos. Então, minha carreira sempre foi feita de desafios, e o ano passado devido a uma série de problemas, esse negocio de Covid, de lesões, acabei começando um ano um pouco ainda fora daquilo que eu imaginava que eu poderia dar para o clube... Então isso me motivou. Mais uma vez, eu tenho que melhorar, eu tenho que fazer melhor, a idade chega, estou com 34, mas dá sim para fazer o melhor", iniciou.

"Só que aí veio o Vítor na questão, e foi um ponto legal, porque chega um treinador de fora e que te conhece, falou que já me viu jogar em alto nível, e uma brincadeira que a gente fez - querendo ou não foi um tipo de brincadeira, mas que foi algo que desperta o desafio em cima de você - que é uma aposta de ter que perder mais dois quilos ou três, seja o que for o melhor pra você, te pago um jantar. Então isso já é mais uma motivação, é mais um desafio. então isso mexe comigo. Acabou que eu entrei nisso sabendo que isso faz parte do futebol, você se cuidar, você se dedicar. Aqui no clube a gente tem pessoas maravilhosas que tem capacidade para te ajudar, para fazer isso. A Cris, os fisiologistas... Enfim, todos", disse.

"Isso me motivou e a confiança do treinador também né, de falar que você pode, você consegue e que você é útil para o clube e para o grupo. Acabou que eu me desafiei nessa questão, consegui bater a meta, ele não pagou jantar ainda, depois tem que cobrar, mas eu tô aí, graças a Deus melhorei bastante, e isso me fez muito feliz. O apoio da diretoria, o apoio do presidente, dos jogadores. Eu me sinto muito feliz por ser um cara amado dentro do clube, e eu tenho que retribuir da melhor maneira, então tenho retribuído, tenho melhorado e quero melhorar cada vez mais para poder retribuir todo esse carinho que esse clube me dá, todo o suporte", concluiu.

Ao finalizar a entrevista, depois de desabafar sobre os desafios vencidos e comentar seu momento atual, Jô não deixou de agradecer à torcida do Corinthians. O centroavante reforçou o apoio recebido e valorizou todos os incentivos da Fiel.

"O que eu tenho para dizer pra essa torcida, primeiramente é gratidão por tudo. Desde o dia que eu subi com profissional, o apoio que eu tive, até de alguns torcedores que criticam, eu trago isso como coisas boas, porque o jogador tem que ser cobrado sim, e para jogar aqui nesse clube você tem que ser cobrado senão você não consegue jogar. Então, é gratidão, que continue sendo essa torcida maravilhosa que nos apoia, que nos incentiva, que nos empurra. Sabe, é maravilhoso você entrar no estádio e ver aquela torcida gritando, eu sou apaixonado por esse clube, por essa torcida. Então, a palavra que eu tenho é gratidão e obrigado por tudo e pode contar comigo que vou sempre fazer o melhor para dar alegria para vocês e para o Corinthians, que é um clube que eu tenho o maior amor do mundo", finalizou.

Confira a entrevista completa de Jô para o Corinthians

Entrevista exclusiva com Jô from Universo_SCCP on Vimeo.

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    15º. @reginaldo.guedes.de3 em

    Se o Jô tivesse sido mais profissional, sua carreira seria muito mais completa no Corinthians, infelizmente nesta sua volta ao Timão, ele demorou quase um ano para entrar em forma e isto denegriu muito sua carreira no Corinthians, mas agora ainda da tempo de melhorar alguns números.

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    13º. @julio.santos20 em

    Merece nossos aplausos pelo que já fez, é lógico que hoje só consegue jogar meio tempo, o treinador erra muito quando deixa ele jogar os dois tempos, é lógico que tá se esforçando e o outro centroavante é outro aposentado que a fraca diretoria contratou, a diretoria é burra, pois deveria ter deixado um dos dois garotos ou o Varandas ou Davó para ir entrando e pegando um pouco da experiência do Jô, eu teria feito isso sairia mais barato do que contratar esse fraco Juinior Moraes que foi contratado a peso de ouro, mais dinheiro jogado fora.

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    12º. @luiz.fernando.balest em

    Jô bem que poderia voltar a ser o mesmo!

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    11º. @decanine em

    Não serve mais para o Timão obrigado por tudo que fez mais pode ir embora