Tassos Epitacio
Sim, fisicamente Ralf é bem acima da média, mas o que pegou é que a cada temporada seu comportamento extra campo ia piorando gradativamente. Se os setoristas viessem a falar desse comportamento dele após a batida, eu até acreditaria em oportunismo, porém isso já era tecla batida a muitos meses.
__________________________________
Em 2017 o time todo caiu de produção no segundo semestre, com exceção de uma peça (Romero kkkk), obviamente a diretoria trouxe Ralf pra qualificar o elenco, sempre é bom ter mais de um jogador bom por posição, apesar de já não sabermos muito bem o que é isso.
__________________________________
Sobre a questão de estatísticas e números apenas acho que joga-los ao vento, sem observar o contexto em que estão inseridos é contra produtivo e não é um retrato fiel da realidade, assim como debruçasse totalmente em conceitos totalmente subjetivos.
em Bate-Papo da Torcida > O que os técnicos Guardiola e Tiago Nunes têm em comum?
Em citação ao post:
Não estava sabendo dessas histórias comentadas por setoristas não. De toda forma, não é novidade este tipo de conduta entre jogadores, o que faz com que a gente acredite rapidamente quando o boato começa. (O que de fato eu vi rolando foi a batida do ano passado)
Jorge Henrique, Sheik, Adriano, e até Liedson, já protagonizaram momentos de irresponsabilidade criminosa. (Até Guardiola já andou batendo carro mais de uma vez...)
Juninho Pernambucano se envolveu em polemica relativamente recente por causa de setoristas. E ele sequer foi o único. Por conta disso eu fico sempre ressabiado... É aquela coisa, o cara tá lá sentado vendo a rotina do clube. Inúmeras oportunidades de argumentações falaciosas ele dispõe por conta disso, sabe?
Durante uma parte boa de 2019 eu segui o Instagram de Ralf, e ao menos lá não apareciam muitas fotos de festa não (evidente que ele não colocaria foto dele bêbado. Eu sei Hahahaha). Aliás, tinha muita coisa de treino. Mas se com quase 40, chegando tarde, bêbado e treinando pouco, como disseram os setoristas, o cara ainda foi nosso melhor volante no ano, tratamos aqui de um fenômeno da forma física, né? Rsrsrs (A gente perdeu um ponto importante nessa discussão toda que é o seguinte: Se Gabriel era tão bom (e aqui a gente também 'esquece' como foi o segundo turno de 2017), por que a diretoria trouxe Ralf de volta?)
'Quanto ao ocorrido no famoso Derby que culminou na injusta expulsão de Gabriel, o 'se' é a arte de tentar achar justificativas através do imponderável na falta de elementos que alicercem seu ponto de vista.'
Não entendi nada do que você quis dizer aqui. Parece que entendeu que eu atacava Gabriel, o que não fiz, e saiu em defesa dele com um jogo de palavras bonito, mas sem muito sentido. Rsrsrs
Porque eu não justifiquei nada... Rsrsrs Eu fiz exatamente isso: ponderei. Portanto através do ponderável. Rsrs Carille é um treinador defensivo, jogávamos de igual no que diz respeito à bravura naquele jogo, mas passamos a defender mais com um a menos. Com 10 x 10 em campo não estávamos dentro da nossa intermediária defensiva, e não houve, até o momento da expulsão, tanto espaço na defesa adversária para que aquela jogada do gol fosse possível. Ela aconteceu porque nossos 9 jogadores de linha estavam na nossa grande área. Diante desse cenário quase todo time palmeirense foi ao ataque. Jô concluiu o lance com precisão rara, que Kazim nunca teve, é bom frisar. E quem falhou contra Maycon foi Guerra, que havia entrado no lugar de Veiga, que estava amarelado (a expulsão equivocada de Gabriel (naquele lance. Pois ele já havia feito o suficiente pra ser expulso antes) aconteceu nos acréscimos do primeiro tempo. Quando iniciou a segunda metade do jogo, não só o juiz como todos no campo sabiam que ele havia errado. Por isso o treinador adversário tratou de substituir os seus jogadores ameaçados de expulsão).
Eu ponderava exatamente sobre como um erro tão grave por parte do árbitro nos permitiu vários 'eventos quânticos' naquele ano. Se consagraram ou ganharam muita moral naquele jogo: Cássio pela partida sensacional depois de um 2016 bem abaixo, Maycon pela raça, coragem e fé na jogada, Jô pela entrada triunfante e o gol histórico, o grupo todo pela aplicação, os jovens (Arana, Jabá, Romero, Pablo, Gabriel, Moisés... Todos com menos de 25 anos) pela personalidade, pois o time não se intimidou diante do elenco mais badalado das peppas, e tampouco ficou na maresia que vinha tendo o Clube do Pantelmin, titular em 2016 e até então. E o próprio Carille, que reforçou o discurso da humildade e do trabalho depois daquele jogo. Que infelizmente foi perdido ainda em 2017, mas na segunda metade dele.
E concluindo, meu ponto de vista é muito bem alicerçado. Rsrs O que não falta são elementos... Rsrsrs Tu tem todo direito de pensar diferente, e a gente pode discordar tranquilamente. Mas que eu argumento em cima de fatos, isso eu faço. (Você até conduziu nosso papo em outros momentos pra longe das estatísticas, lembra?)
