Faysall Farhat
É exatamente isso. Nem a base é trabalhada pra se encaixar num modelo de jogo (e modelo não é esquema, você pode ter modelos iguais de jogo em diferentes esquemas) e nem o treinador contratado vem com uma filosofia definida. É um eterno apagar de incêndios que, vez ou outra, dá certo.
em Bate-Papo da Torcida > A falta de criatividade dos treinadores brasileiros
Em citação ao post:
Tópico lindo, irmão!
Dá vontade de emoldurar na parede da sala.
Não discordo de você. Essa premissa de que é preciso saber usar bem o que tem, sem tentar fazer as peças se adaptarem aos poucos sistema de jogo que o treinador limitado conhece, deveria ser o básico da gestão de elenco.
O triste é notar que o clube, responsável pela contratação e manutenção desses treinadores, sequer sabe o que quer da vida. Será que selecionam o técnico com base em uma filosofia de jogo trabalhada em todos os níveis da categoria de base (para que o material humano seja abundante)? Será que estudam antes os diferentes trabalhos desse treinador para verificar se ele seria capaz de trabalhas com as peças atuais, que tem determinadas características bem definidas?
Eu acredito piamente que a resposta para as duas perguntas é um sonoro NÃO.
Se o processo já começa errado, as chances de permanecer incorreto são imensas.
Abraços
