Gabriel Oliveira
Esse é um texto que eu escrevi e acabei por vencer um concurso de escrita na faculdade no semestre passado, e gostaria de compartilhar com vocês (o texto foi escrito originalmente em inglês, pois o concurso foi organizado por uma professora de Inglês). Espero que gostem...
Desde que me entendo por gente, fui Corinthians. Cresci em meio às cores, aos gritos de gol e às emoções que só os jogos de futebol proporcionam mesmo sem saber o que aquilo significava, mas me dava uma sensação de felicidade exorbitante. Porém somente por volta do meus sete ou oito anos de idade (meados de 2010/11) que comecei a entender verdadeiramente o que significava ser um torcedor de futebol e perceber que o Corinthians não era apenas um time para mim.
Ao longo dos anos, fui absorvendo o conhecimento sobre o esporte, aprendendo as nuances táticas, os jogadores icônicos e a história gloriosa do futebol brasileiro. Com esse entendimento mais profundo, percebi que ser Corinthians ia além de uma questão familiar ou regional. Era uma identidade que se entrelaçava com minha paixão pelo esporte, minha admiração pela história do clube e minha conexão com a torcida apaixonada.
O Corinthians não era apenas um time ao qual eu torcia; era uma parte de quem eu era. Cada vitória era motivo de celebração, cada derrota uma lição a ser aprendida.
Acompanhar os jogos, vibrar com os gols e sofrer com os resultados adversos fazia parte do meu cotidiano, como se o Corinthians fosse um membro da minha própria família.
Assim, percebi que ser Corinthians não era apenas uma questão de herança familiar, mas sim uma escolha consciente, baseada em minha própria jornada de descoberta e aprendizado sobre o futebol. O Corinthians representa não apenas um clube, mas uma parte essencial da minha identidade e das minhas experiências mais profundas como torcedor e amante do esporte mais popular do mundo. Vai Corinthians!
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