Bruno Ramos
Ramon Díaz tem transformado a Copa do Brasil e a Sul-Americana em um verdadeiro laboratório de experiências. No segundo jogo da semifinal, o técnico surpreendeu ao armar o time em um esquema inédito, algo nunca antes testado. No primeiro confronto, apostou em Garro e Coronado contra um dos maiores clubes do país, o que resultou em um massacre que saiu barato para o Corinthians.
Na partida decisiva, Díaz recorreu ao 4-3-3 pela primeira vez e fez substituições questionáveis: colocou em campo um jogador que não atuava há meses e outro com apenas dois gols na temporada, insistindo até o fim com Garro e Romero.
É compreensível que o treinador busque novas soluções, e até houve momentos em que as 'invenções' deram certo, como no jogo contra o Fortaleza. Mas em situações cruciais, é necessário ser mais conservador e apostar no que já funcionou.
















