Victor Souza
Ótima análise, irmão! Parabéns!
em Bate-Papo da Torcida > Nos contaram a mesma desculpa alguns anos atrás
Em citação ao post:
Vejo alguns problemas nessas comparações, o que talvez limite essa utilização em relação a 2015 e 2017.
Mesmo que temos dois meias que nos lembram Renato e Jadson ou Rodriguinho e Jadson, o resto do time não tem a mesma característica. Em ambos os times tínhamos centroavantes fixos Vagner Love e Jô, tínhamos pontas abertos com velocidade na recomposição Malcom e Romero e tínhamos segundos volantes com entrega física e bom passe Elias e Maycon. Nenhum dos nossos jogadores entregam isso, não temos 9, se colocarmos o Memphis mataríamos o futebol dele, vide Racing na quarta (ele ficou entre os zagueiros e não conseguiu jogar) e se colocarmos o Yuri de 9 fixo, acabamos com futebol dele também, vide o ano todo de 2024 até agora. O Yuri só aberto também não funciona, ele precisar vir de fora para dentro e nesse esquema de 4-1-4-1, o ala veloz precisa ir pra linha de fundo, já que o meia que estará no outro lado não tem velocidade para fazer isso, naturalmente centralizando quando o time estiver com a bola. Único ala veloz e driblador que temos é o Talles, mas hoje não vejo como titular em detrimento de Yuri ou Memphis
Hoje para fazermos um formação com os dois meias, teríamos que tentar de algum jeito que todos esses? Atacantes? (Yuri, Memphis, Garro e Coronado) recuassem menos, quase como uma forma de uma linha de 4 fixa, sem passagem de laterais e dois volantes 5 de pegada, com um dois meias voltando pra buscar a bola, o que mataria as principais características que são o passe em profundidade no último terço do campo e o chute de fora da área, vide Garro contra Flamengo e Racing, quando o time mudou para o 4-3-3.
