Gui Khornélius
A proposta do CEO para que o Corinthians tenha folego e controle sobre sua vida financeira, sem transfer ban, sem penhoras e bloqueios de conta é similar ao que foi feito no Flameigo.
Na prática é o seguinte: é a última chance que temos de fazer um acordo com quem devemos. Entretanto, esse acordo é feito na justiça, onde um juiz vai pegar a massa de gente que tem a receber do Corinthians e vai determinar quem a gente vai pagar primeiro. Esses pagamentos não ultrapassarão 20% do montante anual das receitas do clube. Se fazemos 1 bi ano, pagaremos em dívidas, 200 mi por ano. Até que cessem as dívidas. Com 80% do dinheiro das receitas, livre, podemos gerir o futebol do clube. O problema é o seguinte. Se qualquer um dos nossos devedores tiver seu acordo quebrado (atraso) pode declarar nossa falência. Isso força o clube a ser extremamente profissional e compromissado com o pagamento de suas dividas. Coisa que o pessoal do CORI e do Conselho Deliberativo parece não curtir muito.
Teríamos novo fôlego para gerir o futebol, além de poder se livrar de um monte de amarra que bloqueia contas e fazem acontecer coisas como o perrengue para adquirir o Hugo. Eu acredito no Fred Luz. O Meigo cresceu muito e mudou de time caloteiro pra potencia. Em dez anos pagando direitinho os 200 mi por ano, resultam em 2 bi.







