Paulo Santos
Isso se chama inteligência. O Corinthians na Libertadores já me calejou demais. Embora eu seja novo ainda (pouco mais de 30), já vi muitas eliminações traumáticas do Corinthians nessa competição com grandes times pra adversários inferiores e até bizarros que todos já sabem quais. Enfim!
É questão de entender que o Corinthians historicamente nunca teve um retrospecto positivo em competições da CONMEBOL, e toda expectativa criada se transformava em decepção violenta. Já teve uma eliminação pros mulambos em 2010 que o Corinthians jogou demais, reverteu o placar de ida no Maracanã, e mesmo assim tomou um gol bobo dk Vagner Love e foi eliminado. Aquele tipo de eliminação foi extremamente frustante. O Corinthians tinha time pra no mínimo chegar numa semifinal e até final daquele ano. Enfim, são coisas que fui aprendendo e entendendo com o tempo e posteriores eliminações bizarras do SCCP na Libertadores que não devo criar expectativas mais. O Corinthians sente um peso fora do comum quando joga um mata-mata dessa competição. Em 2012 foi atípico, foi o ápice, mas quase sempre o roteiro é sempre o mesmo: Corinthians pipoca diante da torcida, e é eliminado. E o pior, não importa o grau de dificuldade ou o tamanho do time adversário, seja grande, médio ou pequeno, é sempre o mesmo roteiro final.
Então, sim, hoje vou torcer como sempre torço pra esse clube, mas sabendo consciente que confirmando a eliminação não vou me abalar porque não estou criando expectativa. Espero e torço pra ser surpreendido dessa vez e que o roteiro dessa vez seja igual 2012, e não todo o restante das vezes que foi extremamente frustante.
em Bate-Papo da Torcida > Não se trata de ser pessimista, ou de não ser um verdadeiro...
Em resposta ao tópico:
Eu apena prefiro não criar esperanças sobre algo que não depende de minha vontade e de meu esforço, eu vi os três jogos da Pré-Libertadores e não senti que os jogadores estavam realmente engajados em participar da competição, pode ser que hoje aconteça uma surpreendente virada de chave? Sim, claro, mas me reservo o direito de preferir me sentir surpreendido por uma classificação para mim inesperada, do que frustrado, por ter criado expectativa sobre algo que não depende de mim.








