Jordan Oliveira
Vamos lá, o time jogo com vontade, o que faltou no Equador, sobrou aqui em São Paulo: atitude. O mesmo Hugo Souza que demorou muito para repor a bola lá no início do jogo, hoje repôs numa agilidade de dar inveja (não, a culpa não é dele, só para exemplificar o problema da postura e atitude fora de casa).
Erros. A meu ver, Srs. Díaz se perderam demais no primeiro jogo: três variações táticas na mesma partida são inadmissíveis para a minha pessoa formada em 10 anos de técnico nos falecidos PES e Brasfoot, mas não na vida real (convenhamos: Sr. Hugo lateral esquerdo e Sr. Ramalho zagueiro não entenderam o que é o Corinthians até aqui, só isso). Segundo Castillo, um técnico principiante (2023), foi mais cirúrgico que ele(s) nos 180 minutos e isso é sintomático (o Ramón Díaz começou nos meados dos anos 90 como técnico).
Corneta à parte, espero que seja aprendida a lição: postura tática e emocional nos jogos fora de casa está ridícula (quem em sã consciência tiraria o Carrillo desse time? Sim, os Díaz pai e filho o fizeram no primeiro jogo, primeiro tempo). Então o teste de fogo é neste domingo: obrigação deste time fazer um jogo digno e deixar o resultado para a Neo Química, onde seremos o que sempre fomos.
E para quem está triste: 22 anos, 8 meses e 7 dias, foi o tempo que o Corinthians ficou na seca até o Paulista de 77 e a torcida só aumentou, passou de pai para filho e o caramba. Corinthians não é racional, parabéns a quem foi à Neo Química hoje e empurrou do início ao fim, porque o Corinthians vem antes de tudo, inclusive das críticas. Parabéns também para quem mandou mensagens de apoio aqui no fórum, foi incrível.
Eu amo isso aqui, vai Corinthians hoje e sempre!
