Amaral Ric
Repórter tem que perguntar para Ramón sobre esses ingressos.
Claro que Ramón, irá responder que não é da alçada dele.
E depois veremos, terá divulgação.
em Bate-Papo da Torcida > Cambismo no Corinthians - GE
Em resposta ao tópico:
Segue um resumo dos principais pontos da reportagem do GE (18/03/2025) sobre problemas na venda de ingressos do Corinthians:
Origem de ingressos com cambistas: A reportagem rastreou ingressos negociados por cambistas oriundos de sócios-torcedores, conselheiros e contas internas do clube. Um relatório mostra que dois ingressos da partida contra o Bahia (03/12/2024), da conta “Arrecadação - Vendas”, foram adquiridos por R$ 45 cada e revendidos por R$ 180. No jogo contra o Santos, essa conta teve 2.662 ingressos reservados, segundo o clube, ou 4.171, conforme outro relatório.
Denúncias de ex-funcionário: Marcelo Munhoes, ex-chefe de tecnologia até janeiro de 2025, afirmou que o volume de ingressos não disponibilizados ao Fiel Torcedor aumentou desde 2024. Ele citou que o login do Marketing passou de 60 para 400 ingressos e que 700 ingressos do Fiel Torcedor foram realocados ao camarote Fielzone, operado pela Soccer Hospitality, que devia R$ 2 milhões ao clube, apesar de 90% já pago, segundo Léo Rizzo, CEO da empresa.
Reprovação pelo Compliance: O departamento de conformidade rejeitou a 2GO Bank, acusada de lavagem de dinheiro pela Polícia Federal, e a Ticket Hub, ligada à BWA, ambas cotadas para gerir o Fiel Torcedor. O Corinthians alegou que a reprovação da 2GO Bank foi um erro de CNPJ, mas Munhoes refutou, dizendo que apresentou versões corrigidas à diretoria.
Manifestação de Fred Luz: Fred Luz, consultor da Alvarez & Marsal, questionou em reuniões o aumento de ingressos do Fielzone de 300 para 1.000, afirmando: “A gente está com demanda excessiva de gente querendo comprar ingresso, e a gente vai aumentar o ingresso do camarote? ”
Ingresso de conselheiro: Um ingresso em nome de Antônio José da Silva Filho (Biro Biro), conselheiro, foi revendido por Ligia Gregorio Rocha, que ele diz desconhecer.
Atraso no reconhecimento facial: Munhoes renegociou com a Ligatech, fornecedora do controle de acesso, para implementar a biometria, mas o contrato foi desfeito após sua saída, comprometendo o prazo legal de junho de 2025.


