Guilherme Donaire
Com os últimos acontecimentos, incluindo as questões de cartão corporativo e etc,
Infelizmetne não vejo outra saída que não seja uma SAF.
Mas na minha opnião, deveria ser uma SAF diferente das demais.
Deveria-se estruturar da maneira onde 51% da empresa, ficaria disponível para a torcida como forma de compra de ações, e 49% vendidos para um grupo de empresários.
Pagar sócio torcedor é bom para o clube ter dinheiro, mas notavelmente a diretoria e conselheiros não dão a mínima para isso.
Tem que desvincular o futebol do clube social, e ai isso fazer algo dessa forma!