Hadames Muller
O Corinthians coleciona negociações que nem mesmo o maior rival conseguiria realizá-las.
Mandamos 04 jogadores por 50% do Yuri Alberto.
Vendemos o Pedrinho em 2020 ao Benfica e ficamos devendo 20 milhões ao empresário dele.
Perdemos o Kauê por 14 milhões para o Bahia.
Contratamos o Rojas e agora estamos devendo 40 milhões para um jogador que não conseguiu se firmar na MLS.
Estamos sofrendo Transferban em decorrência da compra de um zagueiro que custou 40 milhões e não serve para reserva do elenco.
Renovações de contratos com prestadores de serviço com multas vultuosas para quebra do contrato.
Tadalafila no cartão corporativo.
Pizza de 41 mil e nota de mercadinho fantasma no valor de 33 mil.
São tantas antecipações de receita que o Corinthians já está no exercício financeiro de 2030.
E ainda tem deles que falam que são torcedores do Corinthians e fazem juras de amor pelo clube.
O propósito sempre foi o mesmo independente do candidato figurar como SITUAÇÃO OU OPOSIÇÃO.
Qualquer outro clube já teria decretado falência e estaria afundado na série B ou C do futebol nacional.
Os candidatos que aparecem nas eleições são tão bizarros quanto os que já passaram na cadeira da presidência.








