Roberto Silva
Longo, Jacaré, Tchoca, André Luiz, Bahia, Bidon, Dieguinho, Kayke, Gui Negão
Já tem um time quase pronto
Coloca na primeira fase do Paulistão
No segundo semestre quanto que não valerão à mais do que hoje?
Muito mais
em Bate-Papo da Torcida > Luxa parece louco, mas o marketing da base do Palmeiras prova: dá...
Em resposta ao tópico:
Ouvi o Luxemburgo e, por mais que o discurso pareça exagerado, faz muito sentido. O Corinthians tem caminho para sair da crise, mas precisa aprender a fazer o que o Palmeiras fez com a base: marketing + valorização + venda estratégica.
Hoje a dívida já beira os R$ 3 bilhões. Em euros, isso poderia ser drasticamente reduzido com a venda correta de ativos. Um jogador mediano, bem trabalhado pela mídia, sai por 100 a 120 milhões de euros. Um destaque real pode ir por valores absurdos. O exemplo está aí: Endrick foi vendido por uma fortuna após um trabalho pesado de marketing, hoje é reserva no Real Madrid. Já o Estevão, esse sim, é bola.
O Corinthians precisa parar de vender a preço de pastel. Gui Negão e Breno Bidon, juntos, não podem sair por menos de R$ 350 milhões de Reais. Nada de parcelamento ridículo ou negociação mal feita. Se quer estancar a sangria financeira, o caminho é claro: base forte, valorizada e bem negociada.
No Paulista, eu iria com a base até certo ponto para separar quem é promessa real de quem não é. E tem outro problema grave: acabaram as peneiras. Hoje, muita vaga na base é ocupada por indicação, amigo de conselheiro, sobrinho, empresário. Resultado? Muito jogador mediano vestindo uma camisa gigante.
Se o Corinthians quer mudar de verdade, precisa voltar às peneiras, limpar o processo e apostar em talento. A base não é custo. É a saída da crise.