Breno Gianotto
Fala, galera.
Nesta terça-feira, a SAFiel apresentou a versão 2.0 do projeto, que traz algumas melhorias com relação à proposta inicial lançada em 2025.
Dentre as principais mudanças apresentadas, a que mais me chamou a atenção foi o novo modelo para eleger o comitê de governança, um dos pontos mais debatidos e criticados na primeira versão.
Segundo a matéria publicada pelo Meu Timão o novo modelo para eleger o comitê será distribuído em cinco grupos diferentes (DT1 a DT5), de acordo com a quantidade de ações de cada acionista, sendo eles:
DT1: acionistas com 1 a 10 ações
DT2: acionistas com de 11 a 100
DT3: acionistas com 101 a 1.000 ações
DT4: acionistas 1.001 a 10.000 ações e
DT5: acionistas com mais de 10.001 ações.
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Cada grupo teria uma lista própria de candidatos qualificados, e os acionistas votariam apenas dentro do seu respectivo grupo, elegendo um membro. Sendo assim, o comitê de governança contaria com cinco membros no total, cada um representando seu grupo de acionistas.
Em outras palavras, o novo modelo evita que haja um desequilíbrio entre quem tem mais ou menos ações, permitindo que cada grupo seja representado por uma pessoa escolhida por eles, sendo que essa pessoa terá o mesmo poder de influência dos outros representantes escolhidos pelos outros grupos.
Diante do cenário político enfrentado pelo clube, acredito que a SAFiel ainda se mostra a opção mais equilibrada e viável apresentada até o momento. Além disso, a evolução constante do projeto vinda de debates com pessoas envolvidas com o Corinthians, sejam eles conselheiros, torcedores organizados e outros coletivos, mostra o profissionalismo e compromisso dos idealizadores com o clube, buscando uma solução que atenda a todos da melhor maneira possível.
Sabemos que dificilmente o projeto será aderido pelo Parque São Jorge, mas, como torcedores, cabe a nós continuar pressionando e cobrando a diretoria da maneira que pudermos.
E aí? Gostaram da nova versão?
























