Lucas Freiria
O VAR chama com viés de mudança de decisão. A decisão de campo foi não fazer nada diante do fato. O VAR viu a ação e achou que foi um gesto obsceno (sendo que é interpretativo), chamou o juiz e o juiz, que foi mal o jogo todo, decidiu com o viés do VAR, como acontece em 97% das vezes.
O mesmo VAR não gastou 5 segundos analisando a cotovelada do Flaco, que saiu desse jogo sem sequer um cartão amarelo, vai jogar a próxima rodada como se nada tivesse acontecido. E o uso 'enviesado' do VAR, pra dizer o mínimo, segue sendo acobertado pela mídia 'corinthiana' e por parte da torcida que faz coro com isso.
em Bate-Papo da Torcida > A expulsão do André é um escândalo de arbitragem
Em citação ao post:
Não é isso que a regra diz. O Protocolo de Árbitro Assistente de Vídeo (VAR). O item 2. Decisões/incidentes revisáveis de mudança de correspondência prevê que as categorias de decisão/incidente que podem ser revistas no caso de um potencial ‘erro claro e óbvio’ ou ‘incidente grave não percebido’ são:
...
C. Cartões vermelhos diretos (não segundo cartão amarelo/cuidado)
* usando ação(ões) ofensivas, insultuosas ou abusivas
Ou seja, tudo dentro da regra. O VAR chamou o árbitro para um lance que ele não viu, e o ÁRBITRO decidiu que foi uma ação ofensiva/insultuosa e o expulsou o 'energúmeno'.