Fernando
Temos que fazer muito mais do que isso, porém cada palavra, cada postura, cobrança, postagens... Tudo ajuda nesse sentido de mostrarmos que não aceitamos mais esses ratos e tantos roubos
Nos fazem de palhaços e não vamos fazer nada?
em Bate-Papo da Torcida > "o Corinthians é do povo? Justiça seja feita...
Em resposta ao tópico:
Com base no cenário caótico de 2025 e nos desdobramentos críticos do primeiro quadrimestre de 2026, a intervenção judicial no Sport Club Corinthians Paulista não se trata mais de uma mera especulação política, mas de uma medida 'impostergável' de salvaguarda patrimonial, conforme pontuado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP).
1. A Necessidade e Fundamentação Técnica (O Caos Institucional)
A situação do Corinthians em 2026 é de gestão temerária crônica, evidenciada por uma dívida bruta que ultrapassou **R\(2,7 bilhões** [1.2.2]. A continuidade administrativa provou-se ineficaz, com falhas sistêmicas na governança e nos órgãos de controle interno, que ignoraram ressalvas graves de auditorias independentes sobre maquiagem contábil no balanço de 2025 [1.1.7,1.2.1]. A aprovação de contas com déficits contínuos (R\) 143 milhões em 2025) por um Conselho Deliberativo inoperante demonstra a incapacidade do clube de se autorregular.
2. O Fato Determinate (O Ponto de Ruptura)
A intervenção baseia-se na nulidade da aprovação das contas de 2025, maquiadas para esconder a real gravidade financeira, e na necessidade de interromper o comportamento de 'deriva' administrativa, onde o clube opera sem compliance e ignora atos ilícitos. Além disso, inconsistências de mais de R$ 149 milhões em receitas no Regime de Centralização de Execuções (RCE) em março de 2026 forçaram a Justiça a emitir alertas de intervenção.
3. O Objetivo da Intervenção (O Interventor)
Não se trata de uma tomada de poder político, mas da nomeação de um interventor judicial técnico (de preferência um gestor independente ou escritório especializado) com mandato limitado para:
Limpeza Financeira e Contábil: Identificar e responsabilizar atos ilícitos (gestão temerária), anulando contratos lesivos.
Compliance e Governança: Implementar um choque de gestão, com transparência total nas receitas e despesas.
Reestruturação da Dívida: Assumir o controle dos pagamentos do RCE, protegendo as receitas recorrentes de penhoras excessivas.
Reforma Estatutária: Blindar o clube de grupos políticos que perpetuam a má gestão.
4. Como se não bastasse as aprovações atuais das contas que o atual presidente Osmar Stabile teve aprovação com a tal ressalva apoiado por 70% na votação, agora veio esse novo escândalo de 676 mil à empresa irregular ligada a funcionário do Corinthians para pagar seguranças em tão pouco tempo, cerca de um mês de setembro a outubro de 2025 e SEM CONTRATO ASSINADO.
5. A Conclusão.
A intervenção judicial é a última barreira entre o Corinthians e a insolvência total (falência). O objetivo é retirar a gestão de mãos amadoras ou mal-intencionadas, saneando o clube para que ele possa se autogerir de forma sustentável, honrando seus compromissos e focando no seu maior ativo: a torcida e o futebol.
QUEREMOS JUSTIÇA!
