Marcello K.
Boa análise,
em Bate-Papo da Torcida > Atack da frança é nível Brasil 2002
Em citação ao post:
A França é o país da Europa onde o Plano Kalergi está mais avançado, e o constante fluxo de estrangeiros, principalmente africanos de ex-colônias francesas, criou por lá, apesar de todas as tensões características do multiculturalismo, o background ideal para a proliferação de grandes talentos, que é a molecada pobre que enxerga no futebol sua grande via de ascensão social e o meio de realizar-se na vida em conjunto com um ótimo trabalho de base dos clubes em consonância com a FFF. Obviamente nem todas as safras foram boas, mas a atual é excelente, com um gênio chamado Mbappé, craques como Dembélé e Olise e outros acima da média como Cherki, Doué e Barcola.
Essa base social e psicológica existiu no Brasil entre o começo do Estado Novo em 1937 e a década de 1990, a metade de século que deu ao país os melhores jogadores da sua história, desde Pelé, Garrincha e Didi até Romário, Ronaldo Fenômeno e o Bruxo R10, mas acabou em função da estratégia gramscista-frankfurtiana da revolução cultural que fomentou o banditismo, o narcotráfico, a incontinência s.e.x.u.a.l, destruiu a educação doméstica e escolar e criou uma geração que cresceu vendo seus pais ganhando dinheiro sem trabalhar. Essa molecada pobre brasileira está se afastando do futebol e preferindo traficar drogas, assaltar, prostituir-se, vender 'conteúdos' e mendigar pix na internet.
Sem limpar essa sujeira, coisa que só uma verdadeira classe intelectual, séria e criativa, pode fazer, o Brasil nunca mais vai se levantar no futebol. Pode demorar, pois o pais é muito grande e ainda há um efeito residual que serve para revelar ao menos alguns pontinhas, mas a tendência é de que, futuramente, a Seleção vá cair na mesma vala onde Uruguai, Itália e Alemanha se enfiaram.
