João Modesto
Não é questão de ódio, seja qual for o contexto, o Neymar ou qualquer outro jogador que veste uma camisa pesada e consagrada por tantos jogadores históricos, também precisa ser cobrado pelo que entrega dentro e fora de campo. Ele teve talento suficiente para ser um dos maiores da história, mas muitas vezes passou a impressão de priorizar a imagem, as polêmicas e o individualismo acima da responsabilidade com a Seleção e com a própria carreira.
Um jogador desse nível não pode viver apenas de lampejos: precisa assumir compromisso, disciplina e exemplo.
Quando isso não acontece, a crítica é justa.
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