Perda Total
Cara, desculpa. Seu post está errado de muitas formas diferentes.
Eu até posso concordar que aumento de salário é natural. Um aumento de salário _base_ de 5x em 10 anos não é.
Em 2017 o Corinthians passou boa parte do ano SEM PATROCÍNIO master. A Caixa não é patrocinadora do clube desde 2016.
Há 10 anos, a imagem do jogador também atraia patrocinador, vendia camisa, dava visibilidade, etc. Isso não é novidade. E o mais importante: isso não justifica o TETO SALARIAL ter aumentado tanto.
Como assim o problema não é salário? Os clubes gastam mais que 50% do faturamento em salários (só pesquisar as maiores folhas salariais do Brasil, primeiro link do Google aponta pra uma matéria do R7). Isso não é exclusividade do Corinthians.
O ponto, no fim, você não respondeu.
Esse modelo é insustentável e a bolha vai estourar em algum momento, inclusive, para os clubes mais organizados financeiramente.
em Bate-Papo da Torcida > Salários no futebol estão completamente fora da realidade
Em citação ao post:
As receitas acompanharam esse aumento. Nesse período teve o boom das bets, patrocínios muito maiores, premiações e direitos de TV crescendo.
Em 2017 o master do Corinthians era uns R$ 30 milhões com a Caixa. Hoje já falam em contratos de R$ 150 milhões. É natural que os salários também subam.
Hoje jogador não é só jogador, a imagem dele também gera dinheiro, atrai patrocinador, vende camisa e dá visibilidade.
Pra mim o problema nunca foi salário alto. O problema é clube que arrecada X e quer gastar como quem arrecada 3X. O que quebra os clubes não é pagar muito, é a bagunça financeira e gastar mais do que consegue.
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