Vinicius Sccp
Isso sim são palavras que orgulham qualquer torcedor desse Timão!
em Notícias > Nosso crescimento assombra os rivais
Em resposta ao tópico:
És do Brasil, o clube mais temido.
Os números e as perspectivas para 2016 estão assombrando a freguesia. Inclusive aqueles que até outro dia se diziam os melhores do Brasil em modelo de gestão, torcida, finanças, etc.
As tão questionadas cotas de TV, patrocínios máster de camisa e demais áreas do uniforme, receita com bilheteria e fiéis torcedores, tudo isso, a partir de 2016, poderá tornar o Corinthians ainda maior.
Com a vaga garantida para a Libertadores 2016 e praticamente campeão brasileiro de 2015, o clube projeta substancial aumento nas receitas no ano que vem.
Além disso, nos últimos dias vêm sendo dado como quase certo, finalmente, o acerto dos naming rights da Arena Corinthians. A quantia, que será totalmente integrada ao Fundo que administra o estádio, ajudará a abater consideravelmente os compromissos financeiros firmados ao longo da construção do sonho da casa própria do corinthiano.
A freguesia, espantada, observa isso tudo e se apavora. Um clube que em 8 anos saiu do calvário de um rebaixamento e ressurgiu ainda mais forte e em apenas 7 anos conquistou vários títulos, dentre eles, competições internacionais (Libertadores, Mundial e Recopa), nacionais (Copa do Brasil e Brasileiro) e claro, sem nos esquecermos dos estaduais.
Além dos títulos, o assombroso crescimento do patrimônio. Centro de Treinamento referência, padrão mundial de qualidade, sendo utilizado nesta semana pela seleção brasileira e uma Arena moderna, que recepcionou a abertura da Copa de 14 e vai abrigar partidas das Olimpíadas 16.
E as coisas não funcionam bem só no futebol. Nas quadras e nas piscinas o Corinthians também vai muito bem, sendo o único clube dentre os clubes de futebol a figurar com relevância nestes cenários.
Na política interna, céu de brigadeiro. Não existem confrontos e os debates se acirram
apenas nas vésperas das eleições, o que deverão ocorrer a partir do final do ano de 2017.
Financeiramente ainda é um ponto nevrálgico, porém, controlado. Cortes drásticos de despesas foram a tônica deste ano. A partir de 2016 certamente as coisas entrarão novamente nos eixos.
Voltando ao campo, nos últimos 8 anos os 3 treinadores (isso mesmo, 3 treinadores em 8 anos, quase o mesmo número de treinadores em menos de 1 ano em certos clubes) receberam apoio incondicional da diretoria e de certa forma, da torcida.
Mano Menezes só saiu porque recebeu convite para dirigir a seleção brasileira. Adilson Batista caiu porque não formou um bom ambiente entre os atletas, além de ser um treinador com conceitos táticos confusos.
Nesta temporada, nem os insucessos na Libertadores, Paulistão e Copa do Brasil foram capazes de abalar a confiança no trabalho de Tite. Assim como em 2011, após a desclassificação contra o Tolima, Tite foi mantido e seguiu realizando seu trabalho, conseguindo implantar novos conceitos e uma nova estratégia de jogo, capaz de encantar até treinadores adversários.
Tranquilidade, apenas com a pressão natural do cargo, é tudo que um treinador precisa. E isso se encontra no Corinthians.
Os detratores atribuem nosso sucesso a injeção de dinheiro da TV e “do governo” (perdoai-vos, não sabem o que dizem). Deveriam se inspirar no nosso trabalho, reestruturando-se e proporcionando aos seus profissionais condições de trabalho ao menos próximas das encontradas no Parque São Jorge.
Mas não. Choram, reclamam da arbitragem, do dinheiro que ganhamos da TV, “do governo”, da grama, do sol, da chuva, da alta do dólar e da queda da economia.
Trabalhem, apenas isso.
E corram. Corram muito, porque quando vocês imaginarem que estão se aproximando, nós já estaremos muito distantes.
VAI CORINTHIANS!
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