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@wagnersantos
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27/01/2019 às 13:03
Então, o que me dizer de Del Debbio.
Armando Del Debbio (Santos, 2 de novembro de 1904 — São Paulo, 8 de maio de 1984) foi um futebolista e treinador brasileiro.
Atuando no Corinthians, ganhou a posição durante o Campeonato Paulista do Centenário da Independência, em 1922. E manteve a posição até sair para defender a Lazio, da Itália, entre 1931 e 1936. Duro na marcação, formou, ao lado do goleiro Tuffy e de Grané, o mais famoso trio defensivo da história corinthiana. De volta da Itália em 1937, jogou quatro das catorze partidas que deram ao Corinthians o seu primeiro título na era do futebol profissional.
Em 1939, já havia encerrado a carreira e era treinador do time quando, em uma emergência, teve que voltar ao campo, às vésperas de completar 35 anos, em uma partida do Campeonato Paulista contra o Ypiranga (2 a 1,22 de outubro de 1939). Del Debbio deve, por isso, ser considerado também campeão paulista em 1939 como jogador. E, portanto, o verdadeiro recordista de títulos paulistas com a camisa alvinegra do Corinthians, totalizando oito contra sete de Neco.[2]
Em toda a História centenária do Timão, apenas quatro treinadores alcançaram mais de cem vitórias no comando do time paulista. O último foi Armando Del Debbio, que comandou o time de 1939 a 1942,1947 a 1948 e 1963, obteve 116 vitórias, 25 empates e 36 derrotas, em 177 partidas.
No Corinthians conseguiu oito campeonatos paulistas (1922/1923/1924/1928/1929/1930,1937 e 1939). Também faturou a Copa dos Campeões em 1930 pelo Corinthians, sobre o Vasco da Gama.[3]
Wagner 5.189 posts
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27/01/2019 às 12:59
Melhor zagueiro do Corinthians nos últimos 40 anos, Gamarra veio do Benfica (Por) para conquistar títulos e um lugar entre os maiores ídolos da fiel.
Carlos Alberto Gamarra Pávon, nascido no Paraguai e com passagens por diversos times do mundo, viveu o seu melhor futebol nos anos em que defendeu o Corinthians.
Nos anos de 1998/99, Gamarra fez aquilo que poucos zagueiros fizeram no mundo. Teve uma passagem vitoriosa e sem fazer muitas faltas. Inclusive ficando as quatro partidas do Paraguai na Copa do Mundo de 1998 sem cometer uma falta. Algo raro na história dos mundiais. Isso sem contar que atuou grande parte da última partida do Paraguai, frente à França, com uma contusão na clavícula, sem poder movimentar o braço. Foi considerado por todos o melhor defensor daquele mundial e com isso passou a ser cobiçado por vários times do futebol mundial.
Pelo Corinthians, Gamarra foi o capitão de um time recheado de estrelas.
Sua dedicação nos treinamentos - costumava ficar após o treino cortando cruzamentos - fizeram Gamarra aperfeiçoar o posicionamento e o cabeceio compensando assim a sua estatura (1,79m, relativamente baixo para um zagueiro).
Gamarra era daqueles zagueiros que raramente davam um bicão pra frente ou chegavam mais forte nos atacantes, sempre atuando com lealdade e uma habilidade pouco comum para um zagueiro.
Nos anos em que defendeu o Corinthians com dedicação e graças a isso é lembrado até hoje - mesmo tendo defendido alguns times rivais - como um dos maiores zagueiros da história e um exemplo de jogador dentro e fora de campo.
Gamarra, o paraguaio corinthiano ídolo da fiel!
Só ganhou dois Brasileiros em dois anos.