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José Brito


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  • José

    José postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Fala, Fiel. 🦅🏴🏳️"

    há 2 meses



    ​Estou passando aqui com o coração apertado para pedir um apoio para um grande amigo que está enfrentando um momento muito difícil. Quem é Corinthians sabe que a gente nunca abandona um irmão, especialmente nas horas de maior provação.

    ​Se você sentir no coração que pode ajudar, qualquer valor fará uma diferença enorme na vida dele agora. Se não puder, agradeço demais por ter lido e por todo o carinho.

    ​💰 pix: 43988712574

    ​A união da nossa torcida é o que nos faz gigantes. Obrigado, família. Vai Corinthians!

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  • José

    José postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Minha adolescência corintiana 🖤🤍⚽️🏆"

    há 7 meses

    Minha adolescência corintiana 🖤🤍⚽️🏆

    Ah, como era bom ser adolescente e acompanhar o Corinthians entre 2011 e 2012! Cada partida era um espetáculo de garra, técnica e coração. Ver o Fábio Santos segurando a lateral esquerda com tanta segurança, se destacando nas bolas paradas e cobrando pênaltis com frieza, dava a sensação de que nada poderia parar aquele time. O Danilo, o “Zidanilo”, com sua inteligência em campo, sempre surgia no momento certo, decidindo clássicos e jogadas importantes, mostrando que o Corinthians podia jogar com raça e também com cerebralidade. O Paulinho, um meio-campista fisicamente excepcional, defendia com intensidade e subia ao ataque com enorme resistência, finalizando muito bem e sendo decisivo em momentos cruciais. O Chicão, zagueiro sólido e extremamente técnico, era capaz de conduzir a bola, sair jogando e, se quisesse, poderia até jogar de camisa 10. O Ralf, volante incansável, era o verdadeiro alicerce da defesa; com ele à frente da zaga, os zagueiros se destacavam, alguns até chegaram à seleção brasileira, mas quando jogaram em outros clubes sem o Ralf, não conseguiram manter o mesmo nível. O Alex, mestre na armação de jogo, cobrava faltas com precisão e escanteios certeiros para os cabeceadores, e fez a diferença em lances memoráveis, como aquele gol do Paulinho na Libertadores contra o Vasco. E o Emerson Sheik, ah, o Emerson… eterno nos gols decisivos, principalmente aqueles dois na final da Libertadores de 2012 contra o Boca Juniors, que nos fizeram explodir de alegria em frente à televisão. Sem falar do Romarinho, o jogador mais diferente do elenco, quase um improviso jovem, pai daquele gol de cavadinha e que praticamente rebaixou o Palmeiras em 2012 com gols em ambos os jogos do Brasileiro. E isso sem falar dos restantes.

    Cada vitória, cada título, cada momento daquele elenco ficou gravado na memória de quem viveu aqueles dias. Era mais do que futebol: era emoção pura, era sentir o coração acelerar a cada passe, a cada chute, a cada defesa. Ser adolescente e torcer para esse Corinthians significava ter ídolos de verdade diante dos olhos, vivendo uma fase histórica que marcaria para sempre a nossa paixão pelo clube.

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  • José

    José postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Yuri Alberto, oscilando entre ídolo e decepção — e porque isso mostra que o Corinthians é único"

    há 8 meses

    Yuri Alberto, oscilando entre ídolo e decepção — e porque isso mostra que o Corinthians é único

    Yuri Alberto, oscilando entre ídolo e decepção — e porque isso mostra que o Corinthians é único

    À primeira vista, parecia improvável que Yuri Alberto se tornasse ídolo no Corinthians. Tecnicamente, parecia cru para atuar em alto nível profissional. Tem potencial claro — velocidade, força e faro de gol —, mas demonstrava ter sido lançado cru, ou seja, não totalmente desenvolvido como jogador. Atualmente, Yuri vem melhorando tecnicamente e se desenvolvendo, combinando isso com dedicação extrema, o que mostra que ele tem potencial de se tornar um verdadeiro ídolo.

    O passado evidencia isso. Alexandre Pato, por exemplo, talvez tenha sido o atacante mais talentoso de sua época no clube (por volta de 2013), com mais grife que Emerson Sheik ou Romarinho. Tecnicamente, Pato era melhor, indiscutivelmente. É importante deixar claro que não estou comparando Emerson com Romero; apenas uso exemplos para mostrar que, no Corinthians, um jogador tecnicamente superior não necessariamente se torna ídolo. Pato tinha mais talento e grife, mas Emerson também era de ótima qualidade. É evidente qual dos dois conquistou a torcida.

    O mesmo se aplica a Romero. Ele sempre foi muito bom taticamente e fisicamente, mas tecnicamente era razoável para os padrões dos grandes ídolos corintianos. Na verdade, se tornou ídolo por muita dedicação e raça, entregando-se ao máximo. É indiscutível que foi importantíssimo nos últimos títulos do clube, mostrando que no Corinthians entrega e comprometimento podem superar talento técnico.

    No Corinthians, talento não basta. É preciso combinar habilidade, entrega máxima, dedicação e identificação com a torcida. Jogadores que se entregam totalmente podem conquistar o coração da Fiel e deixar sua marca na história do clube, mesmo que não sejam os mais talentosos tecnicamente. Yuri Alberto está seguindo esse caminho, e seu potencial combinado com dedicação extrema o coloca no caminho para se tornar um ídolo.

    O Corinthians é único: aqui, talento excepcional só se transforma em ídolo quando aliado a dedicação total. Jogadores brilhantes podem falhar em conquistar a torcida; os que se entregam totalmente, entretanto, podem deixar sua marca no coração da Fiel. E a torcida corinthiana, do mesmo modo que se dedica totalmente ao clube, exige a mesma dedicação total dos jogadores.

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  • José

    José comentou na notícia: "Final da Libertadores Feminina entre Corinthians e Deportivo Cali tem horário alterado pela Conmebol"

    há 8 meses

    Não vale nada esses títulos femininos para o Corinthians infelizmente.
    As brabas mereciam muito mais valorização.

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  • José

    José comentou na notícia: "Relógios, viagem e hospital: o que Andrés gastou no cartão do Corinthians e os motivos da denúncia"

    há 8 meses

    Um típico político brasileiro...

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