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Fagner apresentou bons números pelo Corinthians em 2016

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

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Fagner bate recorde pessoal pelo Corinthians em 2016 e conta 'segredo'

Por Meu Timão

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O lateral-direito Fagner, a exemplo do goleiro Walter e de outros poucos jogadores do elenco do Corinthians, tem o que comemorar na temporada de 2016. Além das recentes convocações à Seleção Brasileira de Tite, o camisa 23 do Timão fez sua temporada mais regulares e efetiva pelo clube do Parque São Jorge desde o retorno em 2014.

Conforme publicado pelo Lance! neste sábado, Fagner soma três gols, nove assistências e 56 jogos pelo Corinthians na temporada, números melhores do que os do ano passado. Ele, em 2016, se tornou o atleta que mais dá passes para gol e, de quebra, o que mais vezes entrou em campo pelo Timão - mesmo sendo constantemente chamado à Seleção.

"Fico muito feliz com essa marca. Pelo ano, pela sequência do trabalho, porque nas outras temporadas eu sempre estive entre os que mais jogaram, quinto, sexto, sétimo. Então, fico contente por ter essa regularidade em quantidade de jogos, o que é muito importante na carreira do atleta. Jogar muito significa que você se lesiona pouco e está sempre disposto a ajudar", declarou, em entrevista ao jornal.

Com 27 anos e contrato com o Corinthians até o fim de 2018 , Fagner atribui o bom momento de sua carreira à experiência. Revelado no Terrão do Parque São Jorge, ele já passou pelo futebol holandês, alemão, além de outros clubes do país, como o Vasco. A estrutura do Timão no CT Joaquim Grava, bem como a parceria com o lateral esquerdo Uendel, também foram citadas pelo camisa 23 corinthiano.

"Acho que é a maturidade que nos mostra muitas coisas de bom e ruim. Você pode se corrigir em muitas coisas que antes talvez você não visse. Algo que antes eu não enxergava hoje tenho a visão. Essa maturidade você adquire com o tempo. Esse tempo veio a maturidade e as coisas aconteceram de uma forma bem positiva e natural", disse.

"Hoje em dia um jogador não pode mais ser como aquele de antigamente, que entrava e resolvia na técnica. Você pode se aprimorar do lado de fora também. Eu e o Uendel, que concentramos juntos, trocamos bastante ideia sobre essa parte científica do jogo, comentamos muito, conversamos, e isso é bom para o crescimento dos dois. Você conseguir trazer coisas de fora, do Cifut, é interessante", completou, se referindo ao Centro de Inteligência de Futebol do Corinthians.

Veja mais em: Fagner.

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