Em maio, Andrés disse que o Corinthians ia provar que não há técnicos mágicos, e sim uma estrutura eficiente. O discurso até podia ser verdade, caso essa eficiência estrutural de fato existisse.
A zaga não evoluiu, a bola aérea segue sendo um problema e o ataque pouco produz. Em três meses de Corinthians, Jair Ventura passou longe de mudar a equipe de patamar, mas teve um acerto importante.