Tem dias que o Corinthians melhora, mas também há aqueles que ele piora

Rafael Bianco

Rafael Bianco é estudante de jornalismo na Cásper Líbero e apaixonado pelo Corinthians. Com paixão herdada pela família, acompanha o dia a dia do clube em busca de informações e números do Timão.

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Tem dias que nem o Corinthians ajuda

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Tem dias que nem o Corinthians ajuda

O desempenho do Corinthians nesta quinta-feira foi muito abaixo do aceitável

Foto: Danilo Fernandes/Meu Timão

Como estudo à noite durante a semana e trabalho com os jogos por aqui nos sábados e domingos, ir ao estádio era um hábito que vem se tornando cada vez mais raro para mim.

Essa semana, porém, recebi um convite para assistir o jogo contra o Fluminense, pela Sul-Americana. Como era uma ocasião especial, e com uma pessoa que gosto muito, aceitei sem pensar duas vezes. Uma noite que eu não fosse à faculdade não iria me prejudicar taanto assim...

A última vez que eu tinha ido no estádio, inclusive, havia sido na estreia do Brasileiro de 2018, justamente contra o Fluminense. Na oportunidade, show de Rodriguinho e vitoria do Timão por 2 a 1. O jogo desta quinta, no entanto, foi bom menos agitado do que naquele dia.

A escalação inicial para o jogo da Sul-Americana agradou inicialmente a mim e ao meu primo, com quem tinha ido no jogo. A presença de Vital no meio costuma deixar o Corinthians mais criativo do que apenas com Sornoza ocupando a posição. As maiores indecisões estavam nas presenças de Love e Urso, mas aceitáveis no contexto geral.

Mesmo assim, a partir do momento que a bola começou a rolar, nós já percebemos que aquela seria uma longa noite.

Bem diferente da partida contra o Botafogo, a qual eu havia elogiado a postura aqui no Meu Timão, o Corinthians entrou em campo completamente sonolento e sem objetividade alguma.

Para ajudar, o Fluminense também veio com uma proposta bastante defensiva, até justa pela situação que vive a equipe, e o jogo ficou absurdamente concentrado no meio do campo.

Como resultado disso, o volante Gabriel finalizou a partida com 100% de aproveitamento nos passes, tendo tentado e completado 70 toques para companheiros. Um novo recorde na Sul-Americana.

No final, o resultado de 0 a 0 acaba não sendo ruim para nenhuma das equipes, e talvez até melhor para o Corinthians. O empate pelo mesmo placar leva a partida para os pênaltis, mas qualquer resultado de placar igual com pelo menos um gol favorece o Timão.

Mesmo assim, tenho que admitir que é muito chato se planejar e estragar outros planos para assistir o time e acabar acompanhando o futebol apresentado na quinta-feira.

Para completar a noite, acabamos ficando presos no metrô por perder o horário de transferência. Tudo bem novamente, pedimos um táxi e seguimos para casa. Mas repito que nada disso teria sido problema se o Corinthians tivesse jogado um futebol minimamente decente.

De qualquer jeito, para conseguir a classificação, o Corinthians precisa jogar diferente. Não dá para ficar apenas olhando e tocando, tocando, sem arriscar ao menos um chute para o gol. E sinceramente, eu acho que essa não será a postura apresentada.

Veja mais em: Copa Sul-Americana.

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Por Rafael Bianco

Rafael Bianco é estudante de jornalismo na Cásper Líbero e apaixonado pelo Corinthians. Com paixão herdada pela família, acompanha o dia-a-dia do clube em busca de informações e números do Timão.

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