A doce rotina de calar os antis

Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria, Bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito aos irmãos

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A doce rotina de calar os antis

A doce rotina de calar os antis

Pedrinho flutua após o golaço contra o Flamengo

Foto: Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians

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Incrível! Os não-corinthianos, os antis e os recalcados não aprendem. Não se deve subestimar o Corinthians!

Quando souberam que enfrentaríamos o Flamengo, já davam os mulambos como finalistas.

Esqueceram que se colocarmos onze cones com o manto alvinegro, esses cones ganham vida, insuflados pelo sopro de fieis de todos os tempos.

E não perceberam que Loss tardou, mas saiu. E com Jair Ventura ganhamos um técnico. Podemos concordar ou discordar dele, mas trata-se de um técnico. Nota-se em campo um time organizado, que compete, que só não rende mais porque falta qualidade para alguns jogadores. Só não falta alma.

Mauro Cezar Pereira, o mais fanático torcedor rubro-negro da mídia, citou a tese de nosso colega Rodrigo Vessoni, segundo a qual o Corinthians encarnou o espírito da vitória.

Jogadores e torcedores sabem, desde 2008, que de um jeito ou de outro, o triunfo virá.

Mas mesmo assim, a turma do nariz torcido sempre duvidará.

Seremos sempre zebra. E sempre ganharemos, como comprovam as opiniões “isentas” que ouvi.

“O Corinthians não tem a mínima chance”.

“Em Itaquera será melhor para o Flamengo. No Maracanã, o gramado atrapalhou o Urubu, que tem mais técnica.”

“Além disso, o Corinthians foi várias vezes eliminado em seu estádio”.

“Blá, blá, blá”...

A Fiel riu disso tudo.

A Fiel lotou a Arena na véspera.

A Fiel lotou a Arena na quarta.

A Fiel insuflou os cones quando eles pareciam mortos.

A Fiel queria o predestinado Pedro.

Garoto sofrido e curtido pelas penúrias da vida.

Mas Pedro driblou o destino.

Pedro dominou a vida.

Dominou a bola.

Pedro contornou as dificuldades.

Contornou a bola.

Pedro superou os obstáculos.

Superou quatrocentas pernas rivais à sua frente.

Fez a bola passar por um espaço fictício.

Dos pés de Pedro, a bola dribla a física, como ele driblou a sorte.

Golaço!

A zebra ganhou mais uma vez!

PS. Tudo isso não deve encobrir a péssima gestão do clube.

No jogo mais importante do ano, não pudemos contar com as duas principais apostas Andresianas pós-desmanche.

Jhonatas (que já deve ter virado médico), e Sergio Díaz, que já chegou machucado e, até agora, não entrou em campo.

Veja mais em: Copa do Brasil.

Coluna do Roberto Gomes Zanin

Por Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria, Bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito aos irmãos

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