Leandro Almeida
Excelente explicação sobre a evolução do processo eleitoral do clube.
Estamos muito longe do ideal ainda, mas é importante preservar as (lentas) conquistas no período. É preciso acabar com os Conselheiros vitalícios e encontrar uma forma de ampliar o quadro de sócios e a representatividade da diretoria e do Conselho em relação ao que deseja a maioria dos corinthianos.
Não é possível ainda chamar de democrática uma instituição onde apenas 0,0001% dos interessados nos destinos dessa instituição participem do processo eleitoral. Hoje em dia o Torcedor que não é sócio tem participação maior na geração de receitas para o clube do que o associado patrimonial, pois é ele quem, além da anuidade, consome ingressos, fomenta as atividades comerciais na Arena, compra camisa e outros produtos, gera o interesse da TV e seus patrocinadores pelos jogos do Coringão e faz girar a roda. É necessário discutir a criação de novas modalidades de associação para aproximar o torcedor do clube.
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