Comentário de ronnei em 'Sheik: sofredor, maloqueiro e corinthianista'

Ronnei

Era exatamente o que eu queria dizer enquanto lia o texto. Parabéns pela coragem de postar. A mesma turma que separa as pessoas pela classe separa pela cor, pela religião e assim vai. O ilustrissimo deputado fujão, disse que a princesa isabel não pode ser considerada heroína pq ela é branca e catolica. Logo o Sheik não pode ser herói pq ele é homem e hetero. O texto acima escrito é lindissimo. Mas por favor gente parem de glorificar uma classe e assassinar a outra.

Comentado em Post > Sheik: sofredor, maloqueiro e corinthianista

Em resposta ao comentário:

O texto é muito bem escrito mas carregado de coisas que minaram nosso país: sentimento de que ser rico é pecado e ser pobre é ser vítima. É por causa desse modo de ver o mundo que estamos atolados numa crise assustadora, com mais de 200 milhões de pessoas que esperam por um "Messias", seja ele Bolsonaro, Lula ou o #$!@% a quatro. Sempre que eu ver alguém falando de "capitalismo" como se fosse um problema, eu vou me manifestar, porque eu duvido que este site estaria no ar num maravilhoso país "socialista", salvo engano se fizesse propaganda para o truculento e ganancioso Estado. O citado Sheik mostrou o que todos nós queremos ver: que é possível, ponto. Sheik não é um ET. Ele tinha um objetivo, teve pessoas que o ajudaram e é uma das pessoas mais importantes da história do futebol corinthiano.

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  • Jimmy Fenner #6.047

    Infelizmente na nossa torcida tem muita gente que se orgulha de coisas que não deveria ser motivo de orgulho. E quem tem um pouco mais capacidade criativa, caso do competente escritor acima, brinca com a manada de um jeito que no final eles ainda acabam por agradecer. Ainda bem que tem gente que não aceita mais esse tipo de pornografia literária.

  • Alexandre Figliolia

    Jimmy e Roonei: precisos e preciosos os comentários - enalteceram o bom texto do Falceta naquilo que merecia ser enaltecido, mas não deixaram de, expressamente, criticar o criticismo - muitas vezes velado e sútil - do autor.

    Falceta: por favor, mais Corinthians; menos política - especialmente se o faz de forma subliminar e se o que defende, a pretexto de incluir uns, necessariamente exclui e discrimina outros.

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