Primeiramente uma reforma no estatuto. O Corinthians, no que se refere à diretoria, precisa ser tratado como empresa. A direção precisa de profissionalismo competente e não tempo de casa. Diretores, superintendentes, gerentes, cada um com a sua devida função. Diretor esportivo, de marketing, financeiro, etc. E suas devidas subdivisões, cada um cuidando apenas do que realmente lhe cabe. Conselheiro e a pqp nem deveria existir. As torcidas organizadas são clientes tal como qualquer outro torcedor, se eles quiserem mandar em algo, que se tornem socios-majoritários. Todas as contas precisam ser completamente divulgadas, tal como o balanço, os lucros, as despezas, etc. Por fim, a torcida inteira cadastrada, adimplente e que se interessar precisa participar das decisões de troca de mandato presidencial.
Nada, absolutamente nada do financeiro, político, etc. Deve afetar o gramado.
Os jogadores, a comissão técnica e as pessoas envolvidas com o futebol precisam estar apenas ligadas ao diretor de futebol e suas respectivas hierarquias.
No mais, qualquer atividade suspeita de fraude, roubo, desvio de verba, etc. Precisa de investigação imediata e exposição interna, novamente, aos sócios adimplentes cadastrados em um portal restrito. Mídia, jornalismo, etc se quiser acesso a essas informações, terá que pagar por elas e pagar também pela divulgação mediante comprovação.
É assim que se profissionaliza um clube de futebol e administra de forma correta. Essa bagunça de cada um querer mandar de uma forma causa conflitos internos e atrapalha quem deveria estar trabalhando.