Torcida no comando: quem você indicaria para PRESIDENTE do Corinthians?

Antes de responder, vale lembrar os critérios do estatuto: para ser presidente do Corinthians, é preciso ser sócio patrimonial há mais de 10 anos, ter pelo menos dois mandatos como conselheiro ou ser conselheiro vitalício. Além disso, o candidato não pode ter relações comerciais remuneradas com o clube, como atuar como agente ou empresário de atletas.

Agora é com você: qual nome você indicaria?

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    Edu #5.844

    Infelizmente, nenhum nome é confiável! Precisamos de uma reforma profunda no estatuto, principalmente no que diz respeito ao Conselho.

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    Jack #160

    Ninguém do atual quadro de conselheiros ou afins. Presidente do clube teria que ser um profissional de gestão, não um dono se bar ou outro tipo de comércio.

    É dissolver completamente os conselhos, reformar o estatuto e a gestão ser profissional, sem isso, no há mudança nem evolução do clube. O clube cresceu, não há mais como essa gente administrar o clube como um time do bairro.

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    Nery #2

    Algum executivo independente

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    Paulo #503

    Esse é o problema se o torcedor puder votar! Não há alternativas, todos tem a mesma conduta, zero confiáveis! Por isso, a intervenção é necessária para reestabelecer uma nova ordem dentro do clube, eleger alguém do jeito que está, não vai resolver, vai dar continuidade do já vem acontecendo!

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    Guilherme #3.922

    Sai do fake, assessoria da Mirian Athiê

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    Lil

    Primeiramente uma reforma no estatuto. O Corinthians, no que se refere à diretoria, precisa ser tratado como empresa. A direção precisa de profissionalismo competente e não tempo de casa. Diretores, superintendentes, gerentes, cada um com a sua devida função. Diretor esportivo, de marketing, financeiro, etc. E suas devidas subdivisões, cada um cuidando apenas do que realmente lhe cabe. Conselheiro e a pqp nem deveria existir. As torcidas organizadas são clientes tal como qualquer outro torcedor, se eles quiserem mandar em algo, que se tornem socios-majoritários. Todas as contas precisam ser completamente divulgadas, tal como o balanço, os lucros, as despezas, etc. Por fim, a torcida inteira cadastrada, adimplente e que se interessar precisa participar das decisões de troca de mandato presidencial.

    Nada, absolutamente nada do financeiro, político, etc. Deve afetar o gramado.

    Os jogadores, a comissão técnica e as pessoas envolvidas com o futebol precisam estar apenas ligadas ao diretor de futebol e suas respectivas hierarquias.

    No mais, qualquer atividade suspeita de fraude, roubo, desvio de verba, etc. Precisa de investigação imediata e exposição interna, novamente, aos sócios adimplentes cadastrados em um portal restrito. Mídia, jornalismo, etc se quiser acesso a essas informações, terá que pagar por elas e pagar também pela divulgação mediante comprovação.

    É assim que se profissionaliza um clube de futebol e administra de forma correta. Essa bagunça de cada um querer mandar de uma forma causa conflitos internos e atrapalha quem deveria estar trabalhando.

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    Giro #108

    Ninguém do Corinthians, como presidente escolheria a Dona do Banco Safra.

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