O DNA Corinthiano! Que nunca nos esqueçamos quem somos!

Fórum do Corinthians
Tópico Lendário Entenda as regras

Rafa #9.109 @rafacominato em 06/12/2017 às 05:37

Idário, o Espanhol - Deus da Raça, como era conhecido e chamado pela Fiel Torcida!

Nascemos pobres, mas nunca tivemos o espírito pequeno!

Não tínhamos dinheiro para comprar uniformes, muito menos bolas!

Éramos no começo time de trabalhadores pobres que jogavam por amor ao esporte!

Esse amor foi crescendo conforme a garra e a raça se impetravam no coração daquela instituição que começou a crescer em dimensões inimagináveis!

Somos o time que o povo paulistano e do interior do estado tinha como objeto de crescimento na vida, mesmo de origem simples fomos brigar com os ricos! E ganhamos!

Temos inúmeros homens de raça que vestiram nosso manto ao longo desses 107 anos, muitas histórias, de suor, sangue, luta, barro, derrotas, mas muito mais glórias!

Em 1949, criado nos juniores do Timão, estreava Idário Sanchez Penado, mais conhecido no começo, como Espanhol (por sua descendência espanhola), ele simplesmente contextualizou em campo o significado da RAÇA CORINTHIANA ! Não havia lance perdido, bunda no chão, carrinho, correria, força bruta, jogava a vida por aquela camisa alvinegra! Eterno ídolo e ícone corinthiano. Ganhou o tricampeonato paulista 1951,1952 e 1954 e o torneio Rio-São Paulo 1950,1953 e 1954.

Já na época do jejum corinthiano, tivemos um cara em nossa lateral direita que representou o espírito corinthiano de ser, estou falando do Zé Maria ou melhor, Super Zé. O cara não parava em campo. Ele foi um dos que nos ajudou a sair da fila. A imagem daquele cara, que vestiu nossa camisa de 1970 a 1983, na final do Paulistão de 1979, com a camisa ensaguentada dispensa comentários.

Monstro sagrado!

Num passado não tão distante quero ressaltar um cara que veio para o Corinthians e, simplesmente, destruiu o Boca Juniors na final da Libertadores de 2012, mas o cara já vinha correndo e jogando muito pelo Timão desde o Brasileirão de 2011, estou falando de um cara polêmico, favelado e maloqueiro, chamado Sheik! O cara com a camisa do Timão representou a Raça Corinthiana, era carrinho, era correria, era catimba, era a ' #[email protected]% toda'!

Nessa imagem, com a roupa cheia de lama, se traduz o que qualquer jogador deva fazer quando vestir a camisa do Corinthians e ir a campo! No mínimo tem que ter entrega, tem que ter vontade de honrar a instituição mais vitoriosa do esporte brasileiro, não digo apenas só do futebol, mas de várias outras modalidades nas quais somos campeões.

Sujar a bunda e a camisa significa entrega! Que essas novas gerações não percam essa essência!

Apesar de haver hoje em dia um padrão corinthiano tático e um perfil de jogo, o que eu acho muito bom, sempre deve ser evocando o espírito de luta e de soldado dos jogadores corinthianos do passado. Nesse time não tem espaço para jogador nutella (lembram-se do Pato?).

Ano que vem teremos Libertadores, principal torneio das Américas, e cairia muito bem um Bicampeonato Sul-americano para nós!

Bora sonhar e lutar! Ganhar talvez, mas desistir e entregar os pontos jamais!

VAI, CORINTHIANS!

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João Marcos #153 @jjjjjjjjjjjjjjj em 06/12/2017 às 09:12

Mano esse tópico foi o melhor do ano! Velho estou arrepiado!

Vico Peri @vico.p em 06/12/2017 às 09:22

Não vi Idário jogar, mas vi Zé Maria, Vladimir, Biro-Biro e tantos outros que representavam raça. Vi craques de seleção também, como Sócrates, Rivelino, Zenon, vi moleques como o Edilson e o Vampeta, excepcionais cobradores de falta como Neto e Marcelinho. Difícil esquecer Tevez, Ronaldo e outros que ficarão eternamente marcados pelo que fizeram pelo Timão.

Mas futebol é doação e raça, acima de tudo.

Então que felicidade poder lembrar sempre dos raçudos!

Precisamos de mais nomes com esse perfil. Esse sim, seria um bom critério para selecionar aqueles que devem vestir o manto corinthiano.

Últimas respostas

Wilson Paulo Afonso #8.489 @wilson.sccp1910 em 06/12/2017 às 22:51

Uma boa palestra de início de ano pra nosso elenco voltar com sangue nos olhos das ferias hahaha

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Samu Zlsp #1 @samu.zlsp em 06/12/2017 às 21:53

A raça deve ser o primeiro requisito para jogar no SCCP, desistir nunca, entregar se jamais.

L. Bergamo #1.513 @l.bergamo em 06/12/2017 às 21:35

Cara, pena que não dá pra dar dois socos nesse post. Muito bom!

Aleksandr Kozmonavt Illich #531 @alexander.illich.riv em 06/12/2017 às 21:32

Rsrs...

Antes que eu me esqueça haha

Alexandre #3737 @alesccp em 06/12/2017 às 17:23

" "

Cara muito bom! Eu acabei de ler e dei uma carrinho na patroa pra mostrar que AQUI É CORINTHIANS!

Coluna Corinthia #130 @zizzo.bettega em 06/12/2017 às 20:47

É clichê em cima de clichê.

Coluna #130 @zizzo.bettega em 06/12/2017 às 17:30

" "

Ele é funcionário do clube, mas trabalha claramente para a lavagem de dinheiro da Mama Leiloca. Ou você acha que essa contratação deslavada de jogadores pelo adversário é o que senão lavagem de dinheiro? Igualzinho a EMPRESA Parmalat fez na América do Sul contratando jogadores a rodo e usando clubes como PauLeilas e Juventude e se escondendo atrás de uma co-gestão profissionalizada. Você acha que se as pessoas estiverem ali fazendo aquilo por dinheiro única e exclusivamente ou por amor, por paixão vão deixar de acontecer erros é muita inocência. Pra você o Ayrton Senna fazia o que fazia nas pistas por amor ao dinheiro ou pelo pelo esporte? Em tudo tem que ter equilíbrio entre profissionalismo e amadorismo, ou seja aqueles que fazem por AMOR, daí se chamarem amadores, porque amam o que faz acima de tudo. Para um clube também precisa ter profissionais e pessoas que amem o clube como nós torcedores amamos sem interesse em títulos. Eu não torço por títulos, eu torço pelo clube, e por tudo que ele representa.

Washington Fernando Franciscone #7.105 @washington.fernando1 em 06/12/2017 às 19:33

Muito boa postagem aqui é outro nível vai Corinthians

Coluna Corinthia #130 @zizzo.bettega em 06/12/2017 às 17:33

Perfeito e ao cobrar um quilo de alimento, ou colocar algum valor no ingresso para não ser totalmente de graça porque infelizmente vira bagunça você pode popularizar, permitindo que todos os torcedores tenham o seu momento.

flavio #228 @botaguaianases em 06/12/2017 às 16:50

" " Ótima visão. Nossos dirigentes têm que estar sempre antenados nas artimanhas dos adversários e produzirem ações combativas contra eles, como esta que você falou (treinos abertos). Temos que saber dosar a presença de público entre as várias classes sociais.

Coluna Corinthia #130 @zizzo.bettega em 06/12/2017 às 17:30

Ele é funcionário do clube, mas trabalha claramente para a lavagem de dinheiro da Mama Leiloca. Ou você acha que essa contratação deslavada de jogadores pelo adversário é o que senão lavagem de dinheiro? Igualzinho a EMPRESA Parmalat fez na América do Sul contratando jogadores a rodo e usando clubes como PauLeilas e Juventude e se escondendo atrás de uma co-gestão profissionalizada. Você acha que se as pessoas estiverem ali fazendo aquilo por dinheiro única e exclusivamente ou por amor, por paixão vão deixar de acontecer erros é muita inocência. Pra você o Ayrton Senna fazia o que fazia nas pistas por amor ao dinheiro ou pelo pelo esporte? Em tudo tem que ter equilíbrio entre profissionalismo e amadorismo, ou seja aqueles que fazem por AMOR, daí se chamarem amadores, porque amam o que faz acima de tudo. Para um clube também precisa ter profissionais e pessoas que amem o clube como nós torcedores amamos sem interesse em títulos. Eu não torço por títulos, eu torço pelo clube, e por tudo que ele representa.

Alexandre Negreiros Bressani #3.737 @alesccp em 06/12/2017 às 17:23

Cara muito bom! Eu acabei de ler e dei uma carrinho na patroa pra mostrar que AQUI É CORINTHIANS!

Flavio Barbosa #228 @botaguaianases em 06/12/2017 às 16:50

Ótima visão. Nossos dirigentes têm que estar sempre antenados nas artimanhas dos adversários e produzirem ações combativas contra eles, como esta que você falou (treinos abertos). Temos que saber dosar a presença de público entre as várias classes sociais.

Coluna #130 @zizzo.bettega em 06/12/2017 às 15:51

" "

Eles não usurparam o nome da capital e estado em vão. Sempre quiseram ser o maior time e a maior torcida do estado. Nesse aspecto concordo muito com o Citadini que ressalta que os bambinos cresceram pra cima da torcida do Pauleilas nos últimos anos que sempre trabalhou muito em cima dessa de ser o time da colônia italiana, uma estratégia falha porque os migrantes substituíram a mão de obra dos imigrantes. E esse time sempre preconceituoso com os imigrantes, também aliviou para os migrantes nordestinos em geral e acabou se tornando menos antipático e elitista. Nos 80 o Corinthians tinha uma hegemonia muito maior entre os migrantes e seus descendentes. Nesta semana achei muito engraçado o tiro que saiu pela culatra. Com o valor de um bilhete de Metrô R$3,80, o tal passaporte de corinthiano como gostava de dizer o nano cínico. Quase que dava para comprar 4 ingressos para a despedido daquele jogadorzinho deles que batia até na sombra dos adversários. Penso que com o gramado novo e sem eventos que exijam demais para os próximos anos os treinos abertos podem movimentar um público bastante interessante para um único jogo. Analisando por este aspecto o dérbi do segundo turno atraiu aproximadamente 78 mil pessoas.