A história de um Corinthiano de Alma
Nunca foi fácil! Para mim, essa é a frase que melhor explica o sentimento corinthiano.
O ano era 1992 e nascia um garotinho que sequer sabia o que era futebol, dentre tantas famílias Corinthianas, o destino quis que ele nascece em uma família de mais 4 integrantes, tendo como país um são paulino e uma palmeirense, sem falar dos dois irmãos mais velhos que seguiram a paixão materna.
Ainda muito pequeno, esse garotinho adorava ver um time odiado pelos seus familiares e acredite, ele só tinha 3 anos de idade, mas já era convicto do que queria para sua vida. Esse pequeno garoto teve como seu primeiro ídolo ninguém menos que o goleiro Ronaldo, ele foi crescendo e junto crescia sua paixão por aquele que seria o grande amor de sua vida, ' O CORINTHIANS'. Durante esse período, um tio Corinthiano foi morar na mesma casa, o que ajudou ainda mais a paixão do garotinho e esse mesmo tio decidiu inscrever esse garotinho na escolinha do Marcelinho Carioca, aquele que viria a ser seu segundo e maior ídolo. Porém, sua mãe palmeirense não permitiu que ele realizasse esse sonho, mas vida que segue. No ano de 2000 sua família decide ir embora do Estado de São Paulo em direção ao seu estado de origem, Pernambuco.
A distância não diminuiu em nada a paixão do pequeno Corinthianinho, que viu Dida defender vários penalidades, dentre elas o pênalti cobrado por Anelka no mundial daquele ano. Ele vibrou com os brasileiros de 98/99, gritou loucamente com as históricas embaixadinhas do capetinha e viu o velho Vamo massacrar as flores de São Paulo. Tevez, ah Carlitos... Quanta alegria! Mas foi em 2007 a maior dor do garotinho, ver seu time ser rebaixado, mas nem isso seria capaz de diminuir essa paixão.
À partir de 2008 o mundo acompanhou a maior ascensão da história do futebol, o garotinho já era um rapaz de 16 anos e mais apaixonado que nunca pelo Corinthians. Ele viu seu ídolo Ronaldo calar a Villa Belmiro, o Morumbi e encher os olhos até de quem torcia contra. Foram tantos títulos, mas chegou um tal Tite, por quem esse garoto tem uma paixão imensa, principalmente pelos títulos da Libertadores e Mundial de 2012. E foi naquela final contra o Boca que viu uma grande prova de amor, seu irmão palmeirense se rendeu e torceu com ele pelo Timão. Foi uma alegria dupla. Passaram-se tantos anos e ontem, contrariando mais uma vez sua família e comemorando o seu último time contra o time de coração da maior parte de sua família. Ele vibrou loucamente com o golaço do Rodriguinho, destaque para a linda jogada do Vital, mas foi com o Cássio, aquele que ele considera o maior goleiro que vestiu o manto e é seu atual ídolo, que ele se emocionou. Que defesas foram essas, não há adjetivos que descrevam essa paixão.
Hoje com quase 26 anos, aquele garotinho só sente mais amor pelo Corinthians e nada pode descrever isso, pois sua alma é alvinegra e seu coração bate no ritmo do Corinthians.
Muito prazer, sou o Ruan Carlos, Corinthiano desde sempre e para sempre, sou mais um louco do Bando.
Acompanhe nosso perfil @hospicioalvinegro no Instagram, vamos unir essa família. Em breve lançaremos uma crônica narrativa contando a história de cada título Corinthiano no YouTube.
#NuncaFoiFacil
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