'Espero que se resolva da melhor maneira', diz Guerrero sobre renovação

'Espero que se resolva da melhor maneira', diz Guerrero sobre renovação

Por Meu Timão

Guerrero segue com futuro indefinido no Corinthians

Guerrero segue com futuro indefinido no Corinthians

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Sem esconder sua vontade de permanecer no clube e ainda sobre as negociações, o atacante Guerrero afirmou que elas permanecem em "stand-by", pois o Corinthians tem outras prioridades, como o pagamento de direitos de imagem atrasados. Sem nada definido, o atacante tem conversado com a diretoria e se mantém paciente. Aos 31 anos, o jogador afirmou procurar o seu melhor.

"Eu estou convencido de que tudo vai se resolver e que eu vou ter um final ficando aqui no Corinthians", afirmou, otimista, em participação no programa Bola da Vez, da ESPN.

Com uma renovação de contrato que vem se arrastando desde o início dessa temporada, o peruano mais querido pela torcida corinthiana separa os fatos extra-campo e diz seguir sua vida calmo, se ligando a outras coisas além do futebol.

"Eu sou um cara que gosta de estar tranquilo em casa, não mexer muito na minha cabeça, ficar ligado com outras coisas e não mexer muito com o futebol. Ir ao cinema, usar a internet, falar com meus pais, que é muito importante, os cavalos. Tudo o que não tem a ver com futebol", contou.

Com um time melhor estruturado na temporada de 2015, Guerrero reconheceu as mudanças feitas pelo técnico Tite, e elogiou: "O professor Tite é um cara muito inteligente, ele sabe dirigir o grupo e isso já está claro. Ele tem uma mão que tem o grupo unido". Admitiu também que, a pressão que o Corinthians exerce em campo hoje, mostra o potencial do técnico que passou um ano longe, estudando.

Mesmo agradecido com o reconhecimento e confiança de Tite, individualmente, avaliou que com Mano Menezes no comando, ele atuava de forma diferente.

"Eu estou fazendo gols. Eu sou centroavante e quero fazer gols. O professor Mano me deu a oportunidade de fazer outro jogo, diferente do que eu faço hoje. Eu ia pela beirada, pegava mais a bola, o time era um pouco mais dependente de mim e do que eu fazia. Eu pegava a bola, encarava um, encarava dois e conseguia fazer gols. Mas não tinha a mesma produção de gols que tenho hoje", concluiu.

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