Para presidente do Timão, saída de Fábio Santos foi mais difícil que as de Guerrero e Sheik

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Por Meu Timão

Antes de se transferir para o México, Fábio Santos foi homenageado na Arena e ovacionado pela Fiel

Antes de se transferir para o México, Fábio Santos foi homenageado na Arena e ovacionado pela Fiel

Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

Atual campeão brasileiro, o presidente Roberto de Andrade relembrou a trajetória do Corinthians nesta temporada. Segundo o dirigente, ao contrário do que muitos torcedores possam acreditar, a transferência de Fábio Santos para o futebol mexicano foi ainda mais árdua que as saídas de Emerson Sheik e Paolo Guerrero.

“O Fábio Santos, para quem não sabe, era um cara de fundamental importância dentro do clube. Primeiro porque era boa gente, de um caráter formidável e era um líder formidável dentro do vestiário. Eles ficaram muito sentidos, e eu também, na saída do Fábio Santos. Dez vezes mais do que nas saídas de Guerrero e Emerson, pela pessoa que ele é”, elogiou o cartola durante participação no programa Boa Noite FOX.

Remanescente do elenco campeão da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes da Fifa, Fábio Santos tinha contrato com o Corinthians até dezembro de 2015. No entanto, por conta do momento financeiro do Timão, o lateral-esquerdo foi informado pela diretoria de que seu vínculo não deveria ser renovado.

“Mas expliquei a ele que, naquele momento, nós estávamos muito preocupados com os compromissos, e o contrato ia vencer e eu não podia renovar. Como veio a oportunidade de ir para um time legal, eu ficaria com menos dor no coração”, explicou o mandatário, que aceitou a oferta do Cruz Azul (MEX) pelo ex-camisa 6 alvinegro.

Depois da eliminação para o Guaraní (PAR), nas oitavas de final da Libertadores, outros três jogadores deixaram o Parque São Jorge: Petros, Emerson Sheik e Paolo Guerrero – o volante se transferiu para o Real Betis, enquanto a dupla de atacantes não teve seu contrato renovado e acertou com o Flamengo.

Andrade recorda que, após a saída do quarteto, alguns atletas do grupo corinthiano – Cássio, Gil, Ralf, Elias, Danilo, Jadson e Renato Augusto – pediram uma reunião com a direção do clube. “Nós sentamos na sala do Edu (Gaspar) e o Renato falou: 'Presidente, nós estamos preocupados. Se sair mais alguém, como é que vamos fazer? Se for assim, nós vamos brigar para não cair’”, questionou.

“E eu falei que não iria sair mais ninguém e apostei que iam disputar o título. O grupo cresceu. Eu tinha prometido para eles que no próximo mês o dinheiro iria sair, acabou não saindo e tive que me reunir com eles de novo. E eles falaram para não me preocupar e sabiam que eu iria pagá-los”, concluiu.

Veja mais em: Emerson Sheik.

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