Fagner não vê culpados por eliminação e salienta método de trabalho de Tite

Fagner não vê culpados por eliminação e salienta método de trabalho de Tite

Por Meu Timão

Fagner participou da jogada do primeiro gol do Corinthians em tabela com Giovanni Augusto

Fagner participou da jogada do primeiro gol do Corinthians em tabela com Giovanni Augusto

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Após a eliminação corinthiana da Libertadores, na fase de oitavas de final, no empate por 2 a 2 diante do Nacional, o clima no elenco não é de lamentação pela saída da competição continental. Pelo contrário, o grupo quer usar o fracasso como um combustível para o restante da temporada, visando as conquistas dos demais títulos em disputa, como o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Quem garante é o lateral direito Fagner.

“Não conseguimos o placar, mas mesmo assim a equipe foi aguerrida, não deixou se abater. Continuamos lutando, tentando, mas são coisas do futebol. Às vezes, acontecem algumas coisas, é difícil até falar. Mas agora é ter a cabeça no lugar, trabalhar nesses dias que nós temos para estrear bem nas próximas competições”, disse.

O camisa 23 do Timão, expulso perto do fim da etapa final, salientou que a ideologia de jogo imposta por Tite é a correta para o sucesso no clube. O lateral ainda relembrou da eliminação do Corinthians também nas oitavas de final no ano passado que, meses depois, conquistou o título de Campeão Brasileiro.

“Acho que o caminho é esse. No ano passado aconteceram coisas semelhantes. Acho que não tem que questionar o trabalho que vem sendo feito, até porque pelo volume que a equipe teve e a chance que criamos, se tivéssemos convertidos algumas chances, estaríamos aqui falando de uma outra maneira, de uma atuação brilhante, de como a equipe criou. Então infelizmente pelo fato da eliminação algumas pessoas começam a questionar o trabalho, mas acho que não deve ser feito até porque está tudo no caminho certo”, acrescentou.

Questionado sobre o pênalti, o lateral comentou da pressão existente diante da cobrança e isentou qualquer tipo de culpado pela eliminação. “Sabemos que se a gente convertesse algumas situações poderiam dar um rumo diferente para o jogo. Não temos que crucificar ninguém, esse é o principal ponto. Quando o jogador treina da maneira como ele bate, é só trabalhar. Não tem que apontar culpados”, finalizou.

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