Betão recorda estreia inusitada pelo Corinthians: 'Nem acreditei'

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Por Meu Timão

Com 215 jogos, Betão foi revelado nas categorias de base do Timão e se consagrou campeão brasileiro em 2005

Com 215 jogos, Betão foi revelado nas categorias de base do Timão e se consagrou campeão brasileiro em 2005

Divulgação

Um dos personagens marcantes que vestiram a camisa do Corinthians no século 21, o zagueiro Betão trouxe à tona, quase 15 anos depois, detalhes de sua estreia pela equipe profissional do Timão. Ele participou, nesta terça-feira, do programa Bate-Bola, da Espn.

Formado nas categorias de base do Corinthians nos anos 90, Betão estreou pelo Timão em 18 de novembro de 2001, no empate de 2 a 2 com o Atlético-MG, no Pacaembu, pelo Brasileirão daquele ano. Fernando Baiano e Guilherme Alves marcaram os gols do jogo.

Hoje com 32 anos e jogador do Evian, da França, Betão foi chamado às pressas pelo técnico Vanderlei Luxemburgo para ficar no banco de reservas naquela tarde. O zagueiro, que estava concentrado com a equipe juvenil, acabou entrando em campo no segundo tempo.

"A maior expectativa que tive foi no primeiro jogo do profissional, com aquela coisa de torcida. Lembro que estava concentrado com o time juvenil em Bebedouro (SP) para um jogo do Paulista. Recebemos uma ligação do profissional falando que precisavam de um zagueiro para compor elenco. E aí era um Corinthians e Atlético-MG no Pacaembu lotado. Fiquei ali no banco só olhando aquela torcida, aquele tanto de câmera em volta, você nem acredita que está lá. Nem conhecia (os jogadores). Ainda entrei no segundo tempo daquele jogo. O que me marcou foi essa chegada ao Pacaembu", recordou o zagueiro.

Campeão brasileiro pelo Corinthians em 2005, Betão também falou sobre as categorias de base do Timão, que têm garotos na expectativa de também subir ao profissional. Nesta terça-feira, a equipe sub-17 alvinegra disputa a finalíssima da Copa do Brasil contra o Sport, no mesmo Pacaembu em que o ex-zagueiro corinthiano estreou.

"Na minha época eram campeonatos menores, sem tanta visibilidade. E são campeonato que fazem bem para os jogadores, os preparam para o profissional. Eu comecei no Corinthians com dez anos, desde a época do dente de leite, aquelas coisas. Não tinha tanta visibilidade. Isso foi acontecer mais no infantil, quando disputamos campeonato paulista, coisas mais sérias. Conquistamos em cima do São Paulo em 1998 o título de campeão paulista, daí fui para o juvenil e dei um salto do juvenil para o profissional", contou.

"Isso fez eu me amadurecer muito rápido com todo esse clima relacionado ao Corinthians, de pressão, de convivência com a mídia, todas essas coisas", completou.

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