Aposentado aos 29 anos, lateral comenta sua passagem pelo Corinthians em 2005

Aposentado aos 29 anos, lateral comenta sua passagem pelo Corinthians em 2005

Por Meu Timão

Campeão brasileiro com o Corinthians em 2005, Eduardo Ratinho deixou cedo o futebol

Campeão brasileiro com o Corinthians em 2005, Eduardo Ratinho deixou cedo o futebol

Foto: Arquivo Pessoal

Cria da base do Corinthians e campeão brasileiro pelo clube, Eduardo Ratinho anda longe do mundo do futebol. Com 29 anos, Ratinho, que atuava como lateral direito, decidiu pendurar as chuteiras aos 26, para administrar um posto de gasolina e duas casas lotéricas em Ramos, no Rio de Janeiro, com o sogro. O ex-boleiro comentou sua decisão e sua passagem vitoriosa pelo Timão em 2005.

“Foi uma decisão difícil, mas muito bem pensada. Foi junto com a família. Achei que seria mais difícil. O futebol tem suas decepções. Isso pesou. Todo mundo me pergunta sobre a pouca idade, diz que estou novo. Não me arrependo. O Eduardo jogou até onde ele quis jogar, fez o que ele quis fazer. Foi intenso enquanto durou”, declarou o agora empresário ao portal GloboEsporte.com.

O último clube em que Ratinho atuou foi o Operário, do Mato Grosso, no começo de 2014. O ex-atleta acabou deixando a equipe sem ao menos entrar em campo, após perceber que não receberia os salários negociados. Porém, o ponto alto da carreira do ex-boleiro aconteceu bem em seu início.

Em 2005, Eduardo Ratinho subiu à equipe principal do Corinthians, com 17, e fez parte da conquista do Campeonato Brasileiro daquele ano. O ex-jogador era um novato em meio a grandes astros como Tevez, Nilmar, Mascherano, Calos Alberto e Roger.

Tornou-se titular na lateral direita do Timão em pouco tempo, destacando-se na equipe campeã. Ratinho chegou a comprar o seu primeiro carro na época, um Corsa, na concessionária do atual presidente do Corinthians, Roberto de Andrade.

“Era uma mistura de oportunidade com sonho. Até 2005, eu estava disputando Copinha. O Coelho foi suspenso e o Edson se machucou, então me chamaram para subir. Subi em uma semana conturbada, que teve aquela briga com Marquinhos e Tevez. Sempre fui corinthiano. Tive o prazer de jogar no meu time do coração e ser campeão por ele. Hoje, com 29 anos, isso me faz dar por satisfeito”, comentou.

Eduardo continuou garantindo que era bem tratado pelos astros do clube do Parque São Jorge, porém, reconheceu também que havia vaidade no time. “Tinha aquela brincadeira por ser novo, mas sempre respeitando, dando conselho, principalmente Roger, Carlos Alberto, Gustavo Nery... Sempre me deram conselhos. Acontece vaidade. Eram vários jogadores consagrados”, afirmou.

“Eu nunca tive problema com nenhum. Por mais que jogasse junto, Tevez era muito reservado. Ele não era mala, ele era reservado, tímido mesmo. Ele não conversava tanto, falava mais com Betão e Mascherano”, finalizou.

Segundo o próprio ex-jogador, seu único contato com a vida esportiva atualmente acontece na várzea do Rio de Janeiro, com seus amigos, e na televisão, quando assiste os jogos do Timão.

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