Com sonho de ser ídolo no Corinthians, Gustavo relembra passado de dançarino do 'Chocolícias'

Com sonho de ser ídolo no Corinthians, Gustavo relembra passado de dançarino do 'Chocolícias'

Por Meu Timão

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Emprestado para o Bahia em 2017, Gustavo mantém vivo o sonho ser ídolo no Corinthians

Emprestado para o Bahia em 2017, Gustavo mantém vivo o sonho ser ídolo no Corinthians

Foto: Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians

Emprestado para o Bahia para a atual temporada, o atacante Gustavo não esconde a sua intenção de retornar ao Corinthians em breve. Sonhando em ser ídolo do clube alvinegro em um futuro não tão distante, o jogador relembrou o fato curioso sobre a sua vida. Para seguir na carreira no mundo do futebol, o centroavante deixou de lado um bico como dançarino no grupo “Chocolícias”.

Eu fui dançarino antes de jogar bola. O Mr. Buiu cantava e tinha o bonde de dançarinos. Ele canta funk, axé, tudo. No começo era o Bonde da Nestlé, depois virou Chocolícias. O primo dele me conheceu quando eu era pintor e me convidou para ser dançarino. Eu gostei e fui. Era muito bom esse tempo”, recordou o atacante em entrevista ao portal GloboEsporte.com.

Camisa 9 do Corinthians no ano passado, Gustavo não teve a passagem memorável que idealizou quando chegou na equipe alvinegra. Contratado em agosto de 2016 como artilheiro da Série B pelo Criciúma, o jogador de 22 anos não vingou no time como o esperado e acabou sendo emprestado para o clube baiano para atual temporada. Ainda assim, o sonho de ser um personagem importante da história do Timão permanece vivo para o atleta.

Ainda vou ser ídolo do Corinthians. Tenho contrato até o fim de 2020. Não fui contratado à toa. Vou calar a boca de muita gente quando eu voltar. Foi um aprendizado muito bom nesse tempo. Conheci jogadores que só via pela televisão. De repente, eu estava ao lado deles. Estava no Corinthians realizando o sonho do meu pai, da minha família”, afirmou o atacante.

Chegando como o atacante que o Corinthians precisava em 2016, Gustavo deixou o elenco com nove partidas disputadas e nenhum gol marcado. Admitindo não estar em boa forma quando atuou pelo Timão, o jogador ressaltou as complicações das tratativas de sua contratação e a falta de ritmo que enfrentou com a equipe alvinegra.

Eu perdi muito nesse tempo. Queria muito ir para o Corinthians, mas o presidente não queria me liberar. Acabei não treinando no Criciúma. Eu vinha jogando com dores e ninguém sabia. Procurei me tratar para chegar bem no clube novo. Era um sonho meu jogar no Corinthians, era minha carreira em jogo. Faltou ritmo de jogo. Tanto que cheguei e estava precisando ganhar mais força, mais físico. Até pedi para treinar mais. Quando tinha jogo e eu não jogava, eu treinava sozinho, parte de finalização, técnica. Eu cheguei muito abaixo”, revelou Gustavo.

Tendo uma tatuagem sua com a camisa 9 do Corinthians na perna, Gustavo comentou as suas dificuldade ao atuar pelo clube do Parque São Jorge. Segundo o jogador, a pior pressão não veio da torcida, mas sim dele próprio pelo período sem balançar as redes.

É muito difícil jogar no Corinthians, mas, ao mesmo tempo, é muito gostoso. Ver aquela torcida empurrando o time. Quando pisei pela primeira vez na Arena, cheguei a arrepiar, me emocionei. Eu via que tinha apoio dos torcedores. Eles gritavam meu nome quando eu pegava na bola. Só faltou o gol. Eu queria fazer meu primeiro gol de todo jeito. Isso acabou me prejudicando. Toda vez que eu pisava em campo, eu botava aquilo na cabeça. Se eu não entrasse em campo com esse pensamento, eu teria me saído um pouco melhor”, afirmou.

Veja mais em: Gustavo.

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