Justiça nega acesso a contratos do Corinthians com filho do ex-presidente Lula

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Por Meu Timão

Filho de Lula trabalhou no Corinthians

Filho de Lula trabalhou no Corinthians

Reprodução/TV

Surgiu um novo capítulo da batalha travada na Justiça por um sócio do Corinthians relativa aos serviços prestados por Luis Cláudio Lula da Silva ao clube do Parque São Jorge: o Poder Judiciário de São Paulo, nos últimos dias, negou acesso aos contratos do filho do ex-presidente Lula com o Timão.

De acordo com informações publicadas nesta segunda-feira pelo site da ESPN, a Justiça de São Paulo proferiu, em primeira instância, decisão favorável ao Corinthians e contrária ao autor da ação, Roberto Willian Miguel, sócio conhecido no Parque São Jorge como Libanês.

No entendimento da Justiça, "os documentos referidos não são públicos, não são comuns às partes e o autor sequer aludiu, de forma específica, o intuito de constituir prova em processo determinado, sublinhando-se, neste particular, que o autor não possui pertinência subjetiva ativa para promover ações referidas às pretensas contratações e reflexos que, como notório, encontram-se sob intensa investigação dos órgãos estatais constituídos."

Em outras palavras: a ação aberta por Roberto Willian Miguel não terá em anexo os contratos requeridos. O Poder Judiciário entende não haver motivo para obrigar o Corinthians a ceder tais papeis ao sócio.

Roberto Willian Miguel durante passeata contra Lula

Roberto Willian Miguel durante passeata contra Lula

Reprodução/Facebook

Em setembro do ano passado, o Meu Timão havia noticiado com exclusividade o posicionamento do Corinthians junto à 39ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo. Na ocasião, o clube alegou não haver irregularidades em relação aos serviços prestados por Lulinha. Assim, não se via obrigado a fornecer os contratos a Roberto Willian Miguel.

Luis Claudio, que também acumula passagens pelos centros de treinamento de Palmeiras e São Paulo, assumiu cargo de auxiliar de preparação física do Corinthians entre 2009 e 2010. Depois, em 2011, por meio de contrato entre o Timão e a empresa LFT Marketing Esportivo, retornou ao clube do Parque São Jorge como funcionário terceirizado.

Entre salários (R$ 15 mil como CLT e R$ 20 mil como terceirizado) e rescisão contratual, Luis Claudio teria recebido cerca de R$ 500 mil pelos trabalhos feitos no Corinthians, de acordo com documentos enviados por Roberto à Justiça. A principal intenção do sócio com a ação movida contra o clube é averiguar a coerência entre os serviços prestados pelo auxiliar de preparação física e o suposto montante pago pela agremiação.

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