Rodriguinho ignora prazo de Sheik no Corinthians: 'Pode ser mais importante até o fim do ano'

Rodriguinho ignora prazo de Sheik no Corinthians: 'Pode ser mais importante até o fim do ano'

Por Lucas Faraldo e Marco Bello

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Rodriguinho e Emerson Sheik já haviam jogado juntos no Corinthians em 2013

Rodriguinho e Emerson Sheik já haviam jogado juntos no Corinthians em 2013

Foto: Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians

Protagonista do Corinthians nesta primeira quinzena de março mesmo com seus 39 anos de idade nas costas, Emerson Sheik, ao menos em princípio, não tem futuro muito longo no clube. Mas isso não impediu o meia Rodriguinho, outro dos destaques do Timão neste início de temporada, de projetar a continuidade do experiente atacante na equipe.

Ao acertar seu retorno para a terceira passagem pelo Corinthians, no início da temporada, Emerson Sheik assinou curto contrato válido até o fim de junho. Em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira no CT Joaquim Grava, no entanto, Rodriguinho falou da importância do veterano no elenco alvinegro até ao menos o fim de 2018.

"Ele (Sheik) tem uma capacidade grande, privilegiado fisicamente, tem uma história grande no clube, pode passar isso para os mais jovens, e tem muita estrela, decide partidas. Ele está sendo importante e pode ser ainda mais até o fim do ano", comentou.

Emerson Sheik entrou de vez em evidência por conta de suas atuações em duas das últimas três partidas do Corinthians: saiu do banco de reservas para marcar o gol da vitória de 1 a 0 sobre o Mirassol, pelo Paulistão, e iniciou como titular e abriu o placar no triunfo por 2 a 0 sobre o Deportivo Lara, pela Libertadores.

Ao ser questionado se Sheik é uma alternativa à falta de centroavante no atual elenco do Corinthians, Rodriguinho foi sincero ao sugerir outras formas de utilização para o veterano:

"Pela forma que o Fábio (Carille) demonstrou seu pensamento utilizando ele (Sheik) ontem (quarta), e pelas características dele, seria difícil ser o 9. Ele tem mais qualidade quando vem a bola dominada, é mais difícil para ele jogar de costas, fixado entre os zagueiros", explicou.

"Eu sinto a mesma dificuldade por não ter um porte tão grande. Jogar de centroavante exige mais contato, a gente acaba perdendo algumas bolas. A gente precisa ter mais paciência para chegar com a bola trabalhada, no chão, para as jogadas fluírem melhor", completou.

Veja mais em: Rodriguinho, Emerson Sheik, Diretoria do Corinthians e Mercado da bola.

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