Corinthians abraça campanha e apagará próprio escudo em prol da doação de órgãos

Corinthians abraça campanha e apagará próprio escudo em prol da doação de órgãos

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Atletas também serão envolvidos em ação que visa estimular transplantes de órgãos e tecidos

Atletas também serão envolvidos em ação que visa estimular transplantes de órgãos e tecidos

Rodrigo Coca/Ag. Corinthians

A partir de domingo, o escudo do Corinthians começará a sumir do site e das redes sociais do clube – cabe adiantar, por uma boa e pertinente causa. O Timão utilizará o apelo do jogo de volta das semifinais da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, na Arena Corinthians, contra o Flamengo, para divulgar informações a respeito da doação de órgãos.

O brasão da equipe paulista será devidamente restaurado antes do confronto decisivo, ressaltando a importância do transplante de órgãos, tecidos e células entre os torcedores alvinegros.

Em conversa com o Meu Timão, o diretor do departamento de cultura e responsabilidade social do Corinthians, Carlos Elias, detalhou outras ações inerentes à campanha promovida pela ONG Juntos e abraçada pelo clube. Além da descaracterização do símbolo, os jogadores entrarão em campo com números diferentes do habitual às costas e ao lado de pessoas portando faixas alusivas ao projeto.

“Os atletas vão entrar com a numeração diferenciada representando o número de filas que temos para transplantes”, disse Carlos Elias, que também revelou a participação dos ídolos corinthianos Basílio e Wladimir. “Eles descerão no campo durante o intervalo e farão a chamada de incentivo à doação. Esse é o foco”, completou o dirigente.

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Segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), o número de órgãos doados em 2017 bateu recorde: cerca de 27 mil.

A marca, entretanto, segue bastante aquém do necessário no país. No fim do ano passado, mais de 32 mil pacientes adultos estavam na fila de espera por um órgão, além de outras mil crianças também à espera de transplante. A grande maioria (30 mil adultos e 785 crianças) aguardava rins ou córnea.

“Hoje a gente tem uma fila muito grande para transplantes”, sentencia Elias, orgulhoso pelo envolvimento do Corinthians com a causa. “É de suma importância esse tipo de ação. O Corinthians é diferente. Aqui é diferente, sempre saindo na frente”, concluiu.

O que diz a lei?

Decreto assinado pelo presidente Michel Temer (PMDB) em 2017 alterou a legislação sobre o assunto. Em suma, a doação presumida de órgãos deu lugar ao consentimento da família.

Anteriormente, o indivíduo que não quisesse doar seus órgãos tinha de registrar a expressão “não doador de órgãos e tecidos” em documentos como RG ou carteira de habilitação. Agora, é necessário que familiares deem aval ao transplante.

Para mais informações, clique aqui.

Veja mais em: Ações sociais do Corinthians, Ações de marketing e Arena Corinthians.

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