Carille admite leve favoritismo em final mesmo com momento difícil do Corinthians: 'Nada de anormal'

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Por Meu Timão

Timão precisa vencer em Itaquera para garantir o título sem depender dos pênaltis

Timão precisa vencer em Itaquera para garantir o título sem depender dos pênaltis

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Após ir a Santa Catarina encarar a Chapecoense, pela Copa do Brasil, o Corinthians vira a chave e volta suas atenções ao Campeonato Paulista. Com empate por 0 a 0 na ida, fora de casa, o Timão precisa vencer em Itaquera para garantir o título neste domingo - a bola rola às 16h. Pelo apoio da Fiel, Fábio Carille admite leve favoritismo.

"Sempre falei, desde que assumi, são detalhes que definem jogo desse. Temos vantagem muito pequena por jogar em casa, de saber que nossa torcida vem junto o tempo todo, casa cheia. A gente sabe da nossa força lá dentro. Mas as coisas se resolvem dentro das quatro linhas", pontuou, em coletiva após derrota por 1 a 0 em Chapecó.

"Sei o quanto foi difícil deixar os jogadores hoje motivados para essa partida. Só se falava de clássico, do São Paulo, isso influencia. Mas até que no segundo tempo, na questão da entrega, de pressionar o adversário, a gente foi bem", completou.

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Mesmo com a pequena vantagem, o Corinthians chega pressionado para a decisão: são quatro jogos sem marcar e muitas críticas da Fiel pelo desempenho dentro de campo. Ciente dos problemas de sua equipe, Carille voltou a explicar que ainda falta tempo para que o time funcione da maneira esperada.

"Estamos tendo todos nós muita dificuldade ainda para jogar. Isso tem a ver com muitas coisas, o principal delas é meu trabalho, depois a tomada de decisão dos jogadores. Mas, pelo tempo de trabalho e fazer o time jogar bonito, como foi em 2017 e 2015, requer tempo. Ainda mais que de 36 jogadores do elenco, 23 não trabalharam com essa comissão", afirmou, repetindo o discursos de outras oportunidades.

"Não tem nada anormal. Em 2008 houve mudança muito grande de elenco, e não classificou para a segunda fase do Paulista. Em 2014 também teve mudança muito grande, com a chegada do Mano Menezes, também não foi à segunda fase do Paulista. A gente tem que se preocupar, mas não ver fantasmas", concluiu.

A equipe alvinegra, vale destacar, vem de três derrotas nos últimos quatro jogos: perdeu para o Santos (avançou nos pênaltis), perdeu para o Ceará (avançou pelo jogo de ida), empatou com o São Paulo e agora foi derrotada pela Chapecoense.

Veja mais em: Fábio Carille, Campeonato Paulista e Majestoso.

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