Cássio celebra lançamento de livro sobre trajetória no Corinthians: 'Não caiu a ficha'

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Por Rodrigo Vessoni e Tomás Rosolino, de Museu do Futebol, no Pacaembu

Cássio recebeu centenas de pessoas no lançamento do seu livro no Museu do Futebol

Cássio recebeu centenas de pessoas no lançamento do seu livro no Museu do Futebol

Rodrigo Vessoni/Ag. Corinthians

O goleiro Cássio lançou o livro sobre a sua trajetória no Corinthians na noite desta segunda-feira, no Museu do Futebol, localizado no estádio do Pacaembu, em São Paulo. Presente para uma noite de autógrafos ao lado do jornalista e historiador Celso Unzelte, escritor da obra, ele não escondeu a alegria pelo feito.

"Na verdade, não caiu a ficha ainda de eu ter virado livro. É uma coisa diferente, não acontece com todo mundo, então acho que vou saber disso e tudo que aconteceu na minha vida quando eu parar de jogar futebol. Fiquei feliz, em alguns trechos que foram saindo, algumas pessoas se emocionaram demais por eu ter lembrado delas", disse o camisa 12, extasiado com o status que ganhou no Timão.

"Eu acho que nem nos melhores sonhos eu imaginaria tudo o que está acontecendo comigo. Lógico, trabalhei, me dediquei, cai, levantei, passei por momentos ruins e bons, mas nem nos melhores sonhos eu imaginaria tudo isso na minha vida. Isso é uma motivação a mais, para querer ser sempre melhor. Vou me dar conta disso tudo, das coisas boas, da carreira e da vida pessoal, quando eu parar de jogar", continuou.

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Sobre o conteúdo escrito na obra, Cássio assegurou que tem coisas boas e ruins a respeito da sua trajetória, desde a saída de Veranópolis, no Rio Grande do Sul, até a consagração no Corinthians.

"Acho que não tem nada (que aconteceu) que pode atrapalhar na minha carreira, então falei tudo. Vocês me conhecem há um tempo, não tenho medo de errar, de falhar jogando, acontece, não tenho medo de assumir quando acontece. Esse é meu jeito, cada um tem seu perfil. Não me arrependo de nada que falei no livro, sou uma pessoa normal, espero que esse livro sirva de direção e ajude muitas pessoas a não cometer erros e ser o mais honesto possível. Espero que possa agregar na vida das pessoas", avaliou, relatando como foi o processo de feitura do livro.

"A gente não teve dificuldades, foi uma conversa bem franca. Eu confesso que demorei um pouco para sentar com ele, para conversar, mas os momentos foram de conversas de duas a três horas, todos, e passaram voando, foram muito legais. Acho que abri meu coração para conversar. Em outras entrevistas já tinha falado muito da minha vida, de situações. Acho que o livro não se baseia somente em coisas negativas nem positivas, talvez uns 20% são de coisas que errei, os outros 80% são de coisas positivas", assegurou.

Contando com a presença de diversos companheiros destes anos de Corinthians, Cássio ainda teve um momento emotivo ao lembrar do falecimento da avó, Maria Luiza, que morreu em 2016.

"Tenho que pegar bastante livro, porque tem bastante gente (que eu presentearia com esse livro). Minha mãe, minha avó... ela faleceu, mas se ela fosse viva seria uma das primeira pessoas. Eu tenho uma família bem grande, com tios, tias, pessoas que tiraram um pouco de si para me ajudar. Sem sombra de dúvidas meu tio João Carlos, que me levava para fazer testes, minha mãe, que foi mãe e pai no começo... tantas pessoas. Depois dessa nova etapa minha esposa, ela me ajudou muito, minha advogada Mariju, ela me ajudou... muita gente. Peço desculpas se não falei o nome de alguém, mas tem tanta gente que me ajudou em algum momento, com uma palavra, uma conversa, uma dica, um conselho. Acho que hoje minha mãe e minha esposa são as pessoas que eu daria o presente", concluiu.

Veja mais em: Cássio, Fatos marcantes e História do Corinthians.

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