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VAR pediu análise de possível falta em zagueiro do Corinthians antes de pênalti do Vasco; confira

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Por Meu Timão

Diálogo do VAR mostra alerta sobre falta em zagueiro do Corinthians no lance do pênalti vascaíno

Diálogo do VAR mostra alerta sobre falta em zagueiro do Corinthians no lance do pênalti vascaíno

Rodrigo Coca / Agência Corinthians

No último domingo, o Corinthians venceu o Vasco da Gama por 3 a 2 em São Januário, mas o jogo ficou marcado por uma polêmica. No segundo tempo, o árbitro assinalou um pênalti para o time carioca e, diante da repercussão, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou o áudio da conversa entre o VAR e a equipe de arbitragem responsável pela partida.

O lance aconteceu aos nove minutos da segunda etapa, quando o Corinthians vencia por 1 a 0. Na jogada, André Ramalho foi disputar a bola com Pablo Vegetti dentro da área, e ela acabou tocando em seu braço. A polêmica, no entanto, surgiu por conta de uma possível falta do atacante vascaíno sobre o zagueiro antes do toque no braço.

Na conversa entre a equipe de arbitragem, o VAR, Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro, chegou a recomendar que o árbitro Rodrigo José Pereira de Lima analisasse uma possível falta no lance. No entanto, após a revisão na cabine, interpretou que o contato não foi suficiente para caracterizar infração e considerou a jogada como um lance natural de jogo.

VAR: "A bola toca no braço. A gente tem a mão, um empurrão antes... Ele está com o braço fora do corpo, e aí tem uma possível falta aqui. Eles dois disputam a bola. Sugiro uma revisão para um possível pênalti por mão, ok? Tem uma mão e você vai ter que checar também, antes disso, se entende como falta do atacante no defensor, ok?", sugeriu Pablo Ramon.

Árbitro: "A mão eu já vi, teve o contato. Agora eu quero ver o movimento do jogo natural, com a bola em velocidade normal [...] Ok. Pra mim, esse braço dele é como um braço de referência e não um braço que causa impacto. O jogador abre espaço corporal de forma natural. Pra mim, tiro o pênalti, sem cartão", respondeu Rodrigo José.

O árbitro, então, confirmou o pênalti, e Pablo Vegetti converteu a cobrança para empatar o jogo. O Corinthians, no entanto, reagiu e voltou à frente com gols de Gui Negão e Gustavo Henrique, garantindo a vitória por 3 a 2. Rayan ainda descontou para o Vasco.

Agora, o Corinthians volta as atenções para a Copa do Brasil e se prepara para iniciar a disputa por uma vaga nas semifinais. Nesta quarta-feira, dia 27, às 21h30, a equipe comandada por Dorival Júnior enfrenta o Athletico-PR, em Curitiba, pelo jogo de ida das quartas de final do torneio.

Veja mais em: Arbitragem, Corinthians x Vasco da Gama e Campeonato Brasileiro.

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    Entendo a linha de pensamento, mas se fosse o contrário, tenho 99% de certeza que não seria pênalti.

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    131º. @reginaldo-guedes em

    Desde a primeira rodada desse brasileiro, é sempre assim, tanto os árbitros, quanto os var's, sempre apitam contra o Corinthians, o vegete empurrou o André ramalho, mas aí o juiz ladrão considera normal, se fosse ao contrário, com certeza, marcaria a falta, por ser contra o Corinthians.

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    130º. @danilo.guida em

    Cara, na boa, tem que acabar esses pênaltis de frecura e tem que acabar também as revisões eternas de gol do VAR. Na boa, a mão do cara, na disputa, com o atacante empurrando... Nem impediu a bola de ir para o gol, nem nada. Gol, a mesma coisa... Não pode encostar mais no futebol senão invalida um gol... Futebom BR é outro esporte...

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    129º. @panko2022 em

    Árbitro péssimo, falta clara, o empurrão desloca o jogador que está no alto para cabecear a bola, se fosse no chão, o lance seria normal, mas André Ramalho estava no ar quando é empurrado, falta clara, Var avisou da falta e o Árbitro interpretou lance normal...absurdo, sempre contra o Corinthians!

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    128º. @nelson-capas em

    Pênalti Mandrake

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    127º. @luiz.lula.pereira em

    O Corinthians foi roubado no masculino e no feminino. Dois lances idênticos com a sola na altura acima do tornozelo nem o Var recomendou revisão. Sabem o que é isso? Falta de representatividade. Não tem força política.