Antonio Camarão
Acabaram com o Corinthians!
em Bate-Papo da Torcida > Chorei em 2007, agora eu não conseguiria
Em resposta ao tópico:
Ah, meus amigos.
O pessoal da antiga sabe o que passamos em 2007. Time lamentável, tentava correr, cruzar, cabecear. Quantas bolas na trave ou passando perto. Defesa perdida, capitaneada pelo Betão, o popular “capitão fracasso”. Mesmo assim, alguns resultados que davam esperança. Um empate no último minuto contra o Atletico-PR em casa. A vitória contra o SP com gol do “capitão fracasso” (saiu chorando, tadinho… ao invés de peitar aquela raça imunda como o Cristian - pré 2015 - fez). O pênalti que o Felipe pegou contra o Goiás, que valeu um 1x1. No fim, caiu. Mas mesmo assim, até o último minuto daquele maldito jogo no Olímpico, eu tinha esperança.
Estou aqui, 16 anos depois. Nem vou falar de como estão nossos rivais desde então, porque não interessa. Vejo um time com uma dúzia de Vampetas 2007 (um dos meus maiores ídolos, mas que voltou mal demais naquele ano), desinteressados do Corinthians. Puxando pra baixo jogadores de potencial.. Carimbando negativamente quem vem da base. Cássio foi reclamar do Murillo no primeiro gol… onde foi culpa dele?
Tínhamos Barrilton, Heverton, Moradei, Zelão, Clodoaldo, Fabio Braz, Fábio Ferreira e o próprio Betão, além do Lulinha, Dentinho, Everton Santos, Arce e etc. Em 2007. Fazia sentido uma queda, de certo modo. Agora, só temos ex-ídolos no time, temperados por jovens em potencial. Com jovens desconhecidos dava pra ter uma esperança. Com veteranos acabados, nenhuma.
Vamos ter que aceitar. Não somente estaremos eliminados da Copa do Brasil e da Libertadores, como ano que vem não disputaremos nenhum desses torneios. Não haverá caixa suficiente pra grandes reforções. Nem pra médios reforços. Nisso, vamos para o quinto ano de fila… e para o sétimo ano de fila de títulos realmente relevantes. Isso se não acontecer o pior no Brasileiro, o que é muito possível.
Maldito seja, Andrés. Você e sua corja. Usaram o Corinthians até esgotar os seus recursos. Então larguem, por bem ou por mal, que nós vamos reconstruí-lo.