Sérgio Ohno
Pois é, somente com a colaboração com esquemas internos podem permitir uma alteração da facial cadastrada para permitir o repasse de ingressos. Vou a todos os jogos na Arena e os cambistas tinham desaparecido nos primeiros jogos pós reconhecimento facial mas passei por um no Derby oferecendo ingressos.
Não cheguei a avaliar os boletins financeiros dos primeiros jogos (ainda vou dar uma olhada) mas no do Derby deu para contabilizar quase 9 mil ingressos que foram classificados em 3 categorias: Relacionamento (5619), Venda Proibida (3183) e uma nova que é a para menores de 2 anos (42, que não tem reconhecimento facial), representando 20% dos pagantes. Estes ingressos são contabilizados a R$ 20 cada representando uma grande perda de arrecadação.
O que mudou basicamente foram os ingressos vendidos para não associados FT, algo que não acontecia anteriormente. O pior é que esta cota enorme (20%) se manteve mesmo após o reconhecimento facial e podem ter essa possibilidade de ter o facial alterado a cada jogo, algo que não é permitido para o associado FT normal (também sou associado e não tem essa opção para troca de facial no aplicativo).
Cabe destacar que uma pequena parte desses ingressos na categoria 'Venda proibida' é reservada para idosos (acima dos 60 anos) e PCDs que precisam ter facial cadastrada. Já esta nova categoria de abaixo dos 2 anos é bem estranha, já que não existia antes do facial, mas só poderia ser aceita nas catracas com conivência dos fiscais.
em Bate-Papo da Torcida > Cambistas trabalhando normalmente. 300$ na Leste inferior
Em resposta ao tópico:
O Corinthians, embora tenha divulgado ações e dificultado a vida dos cambistas, é certo que não acabou com o cambismo. Fui abordado por cambistas ofertando ingresso para o jogo contra o Athletico, por 300$, para comprar 6. Indaguei sobre a facial. A reposta foi: 'o ingresso vai com um link para cadastrar' não entendi muito bem a fórmula, mas eles estão ai.
