Post de Metão no fórum "Bate-Papo da Torcida" do Meu Timão
Metão Fiel
Após beneficiar Paulo Garcia, dono da Kalunga e irmão de Fernando Garcia — único a receber, à vista, o que o Corinthians devia aos agentes —, responsável por indicar os diretores financeiro, administrativo, de base, de relações institucionais e jurídico, Osmar Stabile quitou mais algumas promessas de campanha no dia de ontem.
Para variar, o “Centrão” — presente em TODAS as gestões desde 2007 — abocanhou três cargos.
Fábio Carrenho, ex-candidato a vice-presidente de Felipe Ezabella – numa chapa que tinha o agente de jogadores Fernando Alba como segundo vice, será o novo diretor social, escolha que desagradou Susy Miranda, ex-diretora de Augusto Melo e apoiadora de Stabile nas eleições recentes:
“Infelizmente a representatividade feminina retrocedeu o pouco que tinha avançado.”
“Temos excelentes conselheiras aptas a ocupar cargos de diretoria. Por que não dar chance a elas? ”
“Lamentável.”
Para o Departamento Cultural, o indicado foi Rafael Castilho, também ligado ao “Centrão”.
O anterior era Raul Corrêa da Silva.
Já Fabrício Vincentim, ex-Renovação e Transparência (adjunto de Piscinas da gestão Andrés Sanchez) e ex-diretor adjunto da base de Augusto Melo, retorna ao lugar do crime: reconduzido ao departamento de jovens atletas do clube. Se antes respondia a Claudinei Alves e Valmir Costa, agora beijará as mãos de Nenê do Posto/Paulo Garcia. Vincentim é mais um adepto do “Centrão”.
Por fim, para acomodar o advogado Herói Vicente, ex-diretor jurídico de Duílio “do Bingo”, Stabile inventou a diretoria de “Expansão, Inovação e Negócios” — função sem relação com o currículo do escolhido. Espécie de prêmio de consolação para quem batalhou, sem sucesso, por posições de maior relevância.
O quadro desalentador — composto por nomes alçados ao poder apenas por conchavos políticos, em detrimento do profissionalismo que o clube tanto necessitava — garante ao Corinthians mais um período de decepções e agravamento de problemas, sobretudo financeiros.
Para variar, o “Centrão” — presente em TODAS as gestões desde 2007 — abocanhou três cargos.
Fábio Carrenho, ex-candidato a vice-presidente de Felipe Ezabella – numa chapa que tinha o agente de jogadores Fernando Alba como segundo vice, será o novo diretor social, escolha que desagradou Susy Miranda, ex-diretora de Augusto Melo e apoiadora de Stabile nas eleições recentes:
“Infelizmente a representatividade feminina retrocedeu o pouco que tinha avançado.”
“Temos excelentes conselheiras aptas a ocupar cargos de diretoria. Por que não dar chance a elas? ”
“Lamentável.”
Para o Departamento Cultural, o indicado foi Rafael Castilho, também ligado ao “Centrão”.
O anterior era Raul Corrêa da Silva.
Já Fabrício Vincentim, ex-Renovação e Transparência (adjunto de Piscinas da gestão Andrés Sanchez) e ex-diretor adjunto da base de Augusto Melo, retorna ao lugar do crime: reconduzido ao departamento de jovens atletas do clube. Se antes respondia a Claudinei Alves e Valmir Costa, agora beijará as mãos de Nenê do Posto/Paulo Garcia. Vincentim é mais um adepto do “Centrão”.
Por fim, para acomodar o advogado Herói Vicente, ex-diretor jurídico de Duílio “do Bingo”, Stabile inventou a diretoria de “Expansão, Inovação e Negócios” — função sem relação com o currículo do escolhido. Espécie de prêmio de consolação para quem batalhou, sem sucesso, por posições de maior relevância.
O quadro desalentador — composto por nomes alçados ao poder apenas por conchavos políticos, em detrimento do profissionalismo que o clube tanto necessitava — garante ao Corinthians mais um período de decepções e agravamento de problemas, sobretudo financeiros.



