Post de JOÃO no fórum "Bate-Papo da Torcida" do Meu Timão

Será que ele pagou as dividas da família?

Dizem que era da ordem de 40M.

Será?

Em resposta ao tópico: "PIF, QSI, Mubadala, City Group, EAU, Dubai Holding tem interesse no Corinthians"

'Vivendo os últimos meses da administração como presidente do clube, Duílio Monteiro Alves revelou em entrevista à emissora CNN que recebe procuras constantes de fundos interessados em investir em um modelo de SAF.'

Palavras de Duílio em julho de 2023: 'O Corinthians tem procuras quase que diárias dos maiores fundos de investimento de todo o mundo. (...) De pessoas importantes, de mundo árabe, fundos de famílias donas desses países. Muitos, mais de um. Qatar, Arábia Saudita, Dubai. Sempre existe a procura através de fundo de investimento, de representantes'

Aos que concordaram com a recusa de Duílio, para esses fundos de investimentos, eu faço uma pergunta: ele estava certo?

'Ain viraríamos satélite do time tal': Ele nos fez satélite de ZENIT e Cuiabá, já que adorava fazer negócios com os mato-grossenses.

'Ain a gente ia perder identidade': Bahia não perdeu, Cruzeiro não perdeu, Botafogo não perdeu. A única SAF que tirou a identidade do clube foi a do ex C.A. Bragantino, e garanto que hoje eles preferem muito mais ser Red Bull Bragantino.

'Ain perderíamos a voz dentro do clube': Que voz nós temos hoje? Nenhuma. O torcedor só assiste de longe enquanto dirigentes fazem o que querem, gastam o que não têm e deixam dívidas para o próprio clube pagar.

Numa SAF, o dono depende diretamente do sucesso do clube para ter sucesso pessoal e financeiro.
Ele precisa do estádio cheio, da torcida engajada, do time vencendo, porque se o clube vai mal, ele perde o próprio dinheiro, não o do torcedor. Isso muda tudo: o dono tem interesse real em acertar, investir bem, planejar e valorizar a marca.

Ou seja, em vez de perder voz, a torcida passa a ser parte essencial do negócio, e o clube finalmente passa a ser tratado como algo sério, não brinquedo político.

Finalizo com as palavras de Miguel Marques (suposto palmeirense) que preside o CORI: 'O clube é do associado, não da torcida'

E com uma imagem do futuro promissor do Bahia, graças ao City Group:

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