Wiliam Silva
Na boa, esses tópicos massacrando Matheus Pereira e Marciel já deram. Eu não tenho dúvidas de que são as nossas maiores promessas da base, o que não quer dizer que virarão craques. Mas, vamos a alguns fatos, o Corinthians nunca teve como tem agora uma aproximação tão grande entre base e profissional, vários jogadores subiram e estão sendo aproveitados, isso é muito importante.
Quanto aos dois garotos, eles são exatamente isso, dois moleques apenas que se divertem jogando bola, o caso de Matheus é ainda pior porque tem 16 ou 17 anos de idade, calma lá pessoal. Chamar Matheus de estrelinha e Marciel de mascarado não ajuda em nada o amadurecimento dos meninos. Se Matheus e Marciel precisam se dedicar mais aos treinos e se empenharem mais em campo, marcando, correndo e se doando a maior parte do tempo, essa é a função de Osmar Loss e também do Alessandro que como primeira medida deveria proibir que empresários entrassem no CT.
Se o Tite acha que os dois ainda não estão prontos para subir ao profissional, empreste-os para um time médio do Brasil que tenha condições de fazer uma boa campanha no Brasileirão ou no Paulista, Ponte Preta, Sport, Atlético-PR são times que tem boas estruturas, torcidas aguerridas e sempre cumprem bons papéis, seria uma forma de mantê-los na ativa e observá-los durante o ano todo.
Agora de uma vez por todas, chamar um moleque de 17 e 20 anos é de uma burrice sem precedentes, desvaloriza o nosso jogador e também influi psicologicamente na cabeça deles.
em Análise dos jogos > Matheus Pereira, estrelinha?
Em resposta ao tópico:
Estive na Arena ontem para ver o Sub-20, e minha maior decepção certamente foi o Matheus Pereira. Sei que jogadores tem dias ruins, o que explica os passes errados e a falta de inspiração dele na partida, mas o que me irritou, e muito, foi a falta de raça demonstrada por ele, parecia que não queria estar lá jogando, inclusive no gol do Tocantins todos os jogadores, inclusive os do banco, saíram em disparada para comemorar todos juntos, enquanto o Pirulão caminhava tranquilamente do lado oposto do campo, o único jogador que não foi comemorar.
Esse menino precisa saber que jogador nenhum é maior que a instituição, e se ele se considera muito bom para estar no sub-20, que demonstre seu valor com garra para ser alçado ao time profissional. O que não pode é atuar de forma displicente e mesquinha, como ocorreu.
Estou exagerando? Alguém que estava no estádio também teve essa impressão?
