Mario Mariano
Cara é só ver no futebol inglês o que o Leiscester está fazendo com um time dos menores orçamentos da Premier Ligue. Futebol bem jogado, corrido com raça, um atacante matador que luta até o final da jogada (Vardy), um meia pensador (Mahrez), um técnico que faz o simples (Raniere) e um time limitado, porém aplicado taticamente e muito esforçado os 90 minutos. Não tem de inventar muito. Principalmente nosso Todo Poderoso Timão. Time tradicionalmente do povo, de raça, que luta até o fim. É preciso parar de concentrar os holofotes no rosto de jogadores. Jogador hoje está aqui, amanhã já foi. Concentrar em Corinthians acima de tudo. Contra tudo e contra todos.
em Análise dos jogos > O que falta ao Corinthians
Em resposta ao tópico:
Antes de tudo, queria deixar bem claro que não sou um analista profissional de esquemas táticos e nem me sinto um. Sou apenas um torcedor Corinthiano buscando melhorias para o time.
Observo, desde o início da temporada, que os times adversários estão marcando sob pressão. E o pior de tudo: não sabemos lidar.
Assim, a bola é rifada, ou tocada aos meias abertos (Lucca e Giovanni Augusto) para fazer a parede, quase sempre perdemos a posse.
Foi aí que comecei a observar alguns jogos europeus, e pesquisar sobre na internet. Cheguei à 'superioridade numérica'.
Com a bola, e sem, jogamos no já tradicional 4-1-4-1. Geralmente, quado não somos pressionados, a bola é distribuída ao Bruno Henrique ou Guilherme. Elias participa, porém menos.
Enfim, nação, gostaria de ver um dia o Corinthians atuando assim. Seria uma boa resposta a pressão adversária. É muito comum ver esse tipo de tática sendo usado nos grandes europeus.
Obs: esse seria meu time titular. Fico em duvida apenas entre Arana e Uendel.
Abraços!










