Rodrigo Silva
Que mentira essa matéria da Jovem Pan, nossaa.
Eu era adolescente naquela época, e não tinha internet, e acompanhava os noticiários pelo Motorádio, e pela edição impressa diária da Gazeta Esportiva. Era estagiário na CEF e dava umas escapadas pra comprar o jornal.
O Rivaldo desde que foi emprestado do Mogi Mirim, e veio junto com o Válber (meia), Leto (atacante) e Admílson (lateral esquerdo), em agosto de 1993, sempre jogou muito no Timão!
Tanto é verdade que no segundo semestre de 1993, e no primeiro semestre de 1994, ele foi convocado para Seleção Brasileira, fez um amistoso contra o México, anotou um gol de cabeça e quase fez um gol do meio de campo.
Porém, o Corinthians na época fez uma besteira ao contratar o Rivaldo do Mogi Mirim, emprestou o Rivaldo, mas sem preço do passe fixado para compra.
E o Corinthians naquele período de empréstimo de 01 ano queria comprá-lo, ofereceu U$ 1 milhão de dólares, U$ 1,5 milhão e meio de dólares, U$ 1,800 milhão e oitocentos mil dólares, o que era uma fortuna na época, e era o preço dos craques no mercado interno, vez que Edílson e Edmundo pouco antes forma comprados pelos Porcos, por U$ 800 mil dólares, e U$ 1,2 milhão e duzentos mil dólares.
No entanto, o Presidente do Mogi Mirim da época - Wilson de Barros, (que também era palmeirense) pediu U$ 4 milhões de dólares para o Timão comprar o Rivaldo. Dai o Timão tentou colocar o Rivaldo na jogada para que ele forçasse o Mogi Mirim a vender por menos e tal.
O Rivaldo não fez isso, ficou na dele.
Pouco depois surgiu um boato que a Parmalat patrocinadora do Palmeiras iria comprá-lo, por U$ 2,2 mil dólares.
Dai perguntaram para o Rivaldo se ele estava vendido já chegando próximo do final do empréstimo em maio de 1994, e ele disse que não sabia, mas que adoraria jogar nos Porcos.
Dai começou o calvário do Rivaldo, a pressão da torcida veio contra ele, ele começou a jogar cada vez pior, a torcida queria pegá-lo, pois desconfiavam que ele já estava vendido por Porcos, só esperando o contrato de empréstimo acabar.
Dai em Julho de 1994, o Rivaldo se apresentou no Palmeiras, foi campeão Brasileiro daquele ano em cima da gentE, até!
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Como pressão da torcida fez Rivaldo nutrir “raiva e ódio mortal” do Corinthians
Por Jovem Pan
14/09/2017 15h08
Reprodução Melhor jogador do mundo em 1999, Rivaldo jogou no Corinthians entre 1993 e 1994. No entanto, não guarda boas recordações dessa passagem.
Eleito o melhor jogador do mundo em 1999 e destaque da Seleção Brasileira na conquista do penta, em 2002, Rivaldo foi revelado pelo Santa Cruz, mas só se tornou nacionalmente conhecido no Mogi Mirim, como um dos protagonistas do encantador “Carrossel Caipira” de 1992. Então jovem promessa, ele foi tão bem na equipe paulista que, no ano seguinte, acabou emprestado ao gigante Corinthians.
No clube de Parque São Jorge, Rivaldo não brilhou. Até marcou 11 gols e foi condecorado com a Bola de Prata no Campeonato Brasileiro de 1993, mas fracassou no Rio-São Paulo da mesma temporada e no Paulistão de 1994. Resultado: não foi contratado em definitivo e ficou livre para acertar com o Palmeiras, que o contratou por U$ 2,4 milhões.
O resto da história todos sabem: Rivaldo se tornou ídolo da equipe alviverde e, não por acaso, fez três gols no arquirrival Corinthians na final do Brasileiro de 1994.
O “não por acaso” se justifica.
A curta passagem pelo Timão fez Rivaldo nutrir “raiva e ódio mortal” do clube alvinegro. O motivo? A pressão da torcida – que era grande ao ponto de obrigar o futuro astro do futebol mundial a sair do estádio de camburão, escondido dentro do saco de bolas.
Quem conta tudo é Vampeta, ex-companheiro de Rivaldo na Seleção Brasileira.
“O Rivaldo, quando a gente estava na Seleção, sentado, conversando… Ele tem uma raiva, um ódio mortal do Corinthians… Porque ele falou que, na vida dele, ele saiu três vezes de camburão num saco de bolas, escondido, no Corinthians. Ele contava isso pra gente. Ele se enfiava no saco de bolas para os caras não verem ele e saía dentro da viatura. É uma prova de que essa pressão da torcida dá medo nos jogadores”.
Vampeta revelou essa história no Esporte em Discussão desta quinta-feira, na Rádio Jovem Pan, enquanto comentava sobre a reunião entre jogadores e torcedores do São Paulo, na última quarta, no CT da Barra Funda.
O ex-volante desaprova essa prática e usou a história de Rivaldo para ilustrar a sua opinião.






